sexta-feira, 11 de maio de 2012

AFINAL, O QUE É TERAPIA?


Muitos já ouviram falar, outros têm vontade de fazer, alguns têm curiosidade... Mas, afinal, VOCÊ SABE O QUE É TERAPIA?

Sempre que me perguntam como funciona o processo terapêutico, costumo contar uma metáfora que aprendi e que compara a terapia com o ato de arrumar um armário.

Se você percebesse que o seu armário está muito bagunçado (e que este fato está incomodando você ou outras pessoas) e resolvesse arrumá-lo, talvez você encontrasse dentro dele muitas coisas desorganizadas, fora do lugar. Coisas velhas, que você não usa mais, e que precisam ser jogadas fora; coisas que precisam ser doadas ou compartilhadas. Coisas que você nem lembrava que possuía, e que estavam perdidas, escondidas. Coisas que não lhe servem agora, mas que podem servir em outra época. Talvez ache coisas que te fazem lembrar-se de momentos bons, agradáveis; ou coisas que te trazem lembranças ruins, que machucam... Talvez perceba que existem coisas que nunca usou...

Assim é o processo terapêutico: um "arrumar de armário", uma tentativa de organizar melhor seus pensamentos, suas idéias, conflitos, dúvidas. Ao escolher esse caminho, ao escolher fazer terapia, você está optando por se conhecer melhor, entender melhor o que pensa, a forma como age, como enxerga o mundo. Nesse caminho, você irá se deparar com 'coisas' que são suas, 'coisas' que não são suas, 'coisas' que te fazem feliz, e com 'coisas' que talvez você não quisesse ter encontrado. Mas tudo isso em um ambiente seguro, acompanhado por um terapeuta cuja função é, entre outras, acompanhá-lo nesse processo, caminhar ao seu lado, observando e analisando as 'coisas' encontradas, apontando e experimentando com você algumas possíveis maneiras de reorganizá-las

O PROPÓSITO DA TERAPIA:
O propósito da terapia é levá-lo ao ponto onde você possa ver a sua falta de naturalidade. O propósito é simplesmente torná-lo consciente de onde você está, do que fez a si mesmo o mal que tem sempre causado e ainda está causando, as feridas que está criando em seu próprio ser. Cada uma das feridas tem sua assinatura esse é o objetivo da terapia, fazer com que você se dê conta de sua assinatura; que as feridas levam sua assinatura, que ninguém mais as tem causado; que todas as correntes que o envolvem são criadas por você; que a prisão na qual você vive é obra sua. Ninguém a está fazendo para você.

Banhos de vitalização


BANHOS DE VITALIZAÇÃO (Ervas):

As principais finalidades do banho de ervas são: imantação, reenergização e harmonização.

Após o banho de sal grosso é indicado o banho de ervas, que imanta a aura do paciente de energias positivas.

É claro que existem características específicas de cada planta, ou seja, podem existir ervas que são mais indicadas para determinados casos e menos para outros, contudo, isso foge ao escopo do artigo e segundo nosso amigo, para a função principal que é vitalizar, todas se ajustam muito bem.

Primeiro vamos mostrar como se prepara o banho de ervas e depois falaremos sobre as seguintes ervas: Guiné, Rosa Branca, Arruda e Manjericão.

Preparação

Colocar a planta ou flor (no caso da rosa branca) que será utilizada na panela para ferver. ELA DEVE SER FERVIDA JUNTO COM A ÁGUA.

É importante que a panela esteja TAMPADA. Se ela ficar destampada, alguns elementos importantes volatilizam e se perdem.

Essa forma de preparo libera os óleos essenciais, sendo diferente da preparação de chá por infusão, onde se ferve a água e depois se coloca a planta. Não confundam!!

Para arruda, guiné e manjericão basta utilizar um galho da planta.

No caso da rosa branca deve-se utilizar três rosas. NÃO UTILIZAR OS GALHOS, somente a flor. Não é necessário tirar pétala por pétala.

As plantas TÊM QUE SER FRESCAS. Não adianta comprar ervas secas ou armazená-las secas. As plantas secas servem para o preparo de chá, contudo, não servem para os banhos.

Esperar a água chegar a uma temperatura agradável para tomar o banho e cuidado para não se queimar!!

O BANHO:
O modo do banho vai depender da planta:

ROSA BRANCA - Deve-se tomar o banho de sal grosso e logo após tomar o banho de rosa branca. Pode-se molhar a cabeça com o preparado extraído da rosa branca.

ARRUDA E GUINÉ - Quando se toma banho dessas duas plantas não é necessário o banho de sal grosso. Como será visto, elas têm a propriedade de transmutar as energias, ou seja, elas absorvem as energias negativas e imantam de energia positiva. O banho de arruda e guiné deve ser tomado do ombro para baixo. NÃO MOLHAR A CABEÇA.

MANJERICÃO - O Banho de Manjericão deve ser tomado após o banho de sal grosso e, de forma análoga ao banho de arruda e guiné, só deve ser tomado dos ombros para baixo.


O BANHO DE GUINÉ.

O banho de guiné é mais potente que a Arruda no sentido de transmutar as energias negativas em positivas. As duas plantas alcançam o seu objetivo, ou seja, trazem o benefício ao paciente, contudo, a guiné possui elementos mais concentrados para esse tipo de serviço.

O BANHO DE ARRUDA

Os óleos essenciais liberados pela arruda durante a preparação do banho liberam um odor que "incomoda" os obsessores. Além de limpar e imantar a aura ela também ajuda o paciente a se desvencilhar "temporariamente" do obsessor. A permanência desse afastamento vai depender muito mais do padrão vibratório do que dos banhos tomados.
Lembrem-se, os banhos são ferramentas de auxílio, não são a solução dos problemas espirituais. O banho de arruda tem três funções principais: Limpeza, Vitalização e Afastamento de Obsessores.

BENEFÍCIOS FÍSICOS, EMOCIONAIS E ESPIRITUAIS
Escolhidos os óleos essenciais apropriados (sendo, por isso, importante procurar sempre um profissional de aromaterapia), os benefícios são mais que muitos e sentem-se a diversos níveis.
Mente – tratamento de cansaço mental, stress, tensão, certas fobias, insónias e outras perturbações do sono; aumento dos níveis de concentração, memória e produtividade.
Corpo – as propriedades anti-bacterianas dos óleos essenciais auxiliam na cicatrização de feridas externas; actuam no melhoramento da circulação sanguínea, na drenagem linfática e na eliminação das toxinas do corpo; tratamento de doenças de pele, perturbações digestivas, desequilíbrios hormonais, dores musculares e de articulações; aumento dos níveis de energia e bem-estar geral.
Estado emocional – os óleos essenciais também podem funcionar como um anti-depressivo potente, ajudando a acalmar e a aliviar estados de nervosismo, tristeza, pânico, ansiedade e de depressão; aumento dos níveis de auto-estima e de auto-confiança.
Estado espiritual – a aromaterapia também é utilizada para aumentar os níveis de consciência, percepção e de comunhão com forças maiores, sendo ainda parte integrante na prática da meditação.

Banho de Mar


BANHO DE MAR.

Foi aí que o sábio preto-velho nos deu uma dica valiosíssima: O banho de mar!!!

O banho de mar é muitas vezes mais potente que o banho de sal grosso. Isso porque a água do mar possui elementos que o banho de sal grosso não possui (vitalizantes); além disso, temos o sol, que derrama suas energias depois que a pessoa se banha na praia.

Diferente do banho de sal grosso, que descarrega energias positivas e negativas, o banho de mar limpa nossa aura e a imanta de energias positivas. É um santo remédio.

Essa figura representa a natureza passiva dessa "energia", que recebe a todos de braços abertos, absorvendo com todo amor e carinho as energias negativas e doando, através do seu coração iluminado de luz, as poderosas energias que vem do alto.

Muitos ao ler este artigo dirão que nada sentiram antes, durante ou depois de mergulharem no mar. Reclamarão que nunca tiveram nenhum benefício "espiritual" por ter se banhado na praia.

Eu respondo com perguntas. Quantos ao entrar no mar buscaram se sintonizar com a maravilhosa energia viva que aí reside? Quantos entraram na água como crianças, que buscam o colo de uma mãe carinhosa, se entregando com confiança aos braços de uma matrona, que te abraça e abençoa? Quantos de nós já paramos e buscamos pensar que o mar não é só um monte de água salgada com ondas?

Sim, queridos irmãos, existe ali vida, em diversos planos. Desde dos pequenos elementais até os Devas. Os primeiros são os trabalhadores responsáveis por manter "viva" a vida marinha e os segundos são anjos que transformam as potentes energias que vêm do alto para benefício dos vegetais, animais e dos homens.

Podemos encontrar referência às poderosas energias do Mar no livro "Entre o Céu e a Terra", de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito André Luiz, no capítulo 5 - Valiosos Apontamentos :
"- O oceano é miraculoso reservatório de forças - elucidou Clarêncio, de maneira expressiva -; até aqui, muitos companheiros de nosso plano trazem os irmãos doentes, ainda ligados ao corpo da Terra, de modo a receberem refazimento e repouso".

No livro "Faz parte do Meu Show", de Robson Pinheiro, encontramos várias referências do benefício que os recém-desencarnados recebem ao se aproximar das praias.

No livro "Voltei", também escrito por Francisco Cândido Xavier, a equipe responsável pelo trabalho de ajuda aos recém-desencarnados faz os primeiros atendimentos na praia.

Antes de tomar o banho, sente-se na areia e busque a conexão com a mãe Terra (você está sentado na areia), olhe para o mar, admire sua beleza e busque entrar em contato com ele, entrando em uma faixa vibratória superior. Deixe que sua intuição lhe diga o momento certo de entrar no Mar. Entregue-se a ele como uma criança que se joga no colo da mãe, buscando ali uma fonte terna de carinho e amor. Não se preocupe em "sentir", concentre-se no ato de se limpar no banho de mar e tenho certeza que o universo fará sua parte.

sábado, 21 de abril de 2012

A Atitude Tântrica

A Atitude Tântrica
No ocidente, somos ensinados a racionalizar nosso modo de viver, fazer julgamentos sobre o que é certo ou errado e lutar contra aquilo que não está dando certo, de acordo com nossas "expectativas".
O Tantra em contraste a tudo isso, nos ensina como aceitar tudo o que está acontecendo e fluir nisso sem stress. O tantra expande nossa consciência e move nossa energia através de tudo o que a vida nos apresenta.

Tantra é muito mais uma atitude em relação a vida - e o sexo faz parte da vida - do que crenças, comportamentos ou regras.

No Tantra não há dogmas sobre a maneira certa de se fazer as coisas. Não tem nenhum manual, nenhuma performance, nenhum script que você tenha que viver de acordo.

O Tantra diz "sim" a tudo o que é.
Tudo é sagrado, e o Tantra lhe diz "dê boas vindas" a todos os seus mais "loucos" pensamentos, desejos e sentimentos.
Isso significa amar todas as partes de você mesmo e aprender com elas. Não julgue-se "mau" ou qualquer outra coisa, mas aprenda quem você é.

A despeito do que você acredita, não lute com a vida, porque desta maneira você estará bloqueando seus desejos internos e fazendo de sua vida um inferno, através destes conflitos. Seja o que for que queira fazer, faça. Por exemplo; quer dançar, dance!, quer amar, abra seu coração e siga-o para onde ele te levar.

Mas e se você não gosta do que está se tornando, ou da vida que está levando, é aí que entra o tantra.
Procure internamente aquilo que lhe faça bem, coloque foco naquilo que funciona "para você", e pratique o prazer que vem de dentro de você.

Aceite os altos e baixos da vida sem se transformar em vítima. Reconheça que você é uma grande parte de um universo ainda maior. Se você focar no que não está funcionando em sua vida, com certeza você atrairá muito mais disso pra si.

Abra-se para todas as sensações, todas as experiências. Abra-se para novas maneiras de ser, novas maneiras de amar... Você está evoluindo a cada momento.
Enfrente seus medos, pois são somente medos, e estão te impedindo de avançar. Mova-se através deles e você terá uma surpresa.
Expresse totalmente todos os seus lados; brincalhão, sexual, espiritual, amoroso, julgador, sério e etc. Não há nada de errado em ser tudo isso.
Pare de pensar demasiadamente e mergulhe nas suas sensações corporais, abra seus sentidos. Torne-se um com o tempo, espaço e a força do universo.
Quando você vive do espaço do coração, centrando-se no amor, compaixão e empatia, com certeza você se transformará. O mundo a sua volta se transformará.
A grande lição que o coração lhe dá, é a de amar a si próprio. Ame-se como a expressão divina que você é.Pois quando você realmente amar(aceitar) tudo o que você é, você chegou em casa.
Não há mais separação, há somente êxtase, o qual é seu direito inato.
Quando em sua vida, o prazer é seu foco, a vida torna-se mais fácil.

Shiatsu – técnica oriental de alívio imediato

Shiatsu – técnica oriental de alívio imediato


Inconscientemente, sempre que você sente rigidez ou dor no corpo pressiona a parte afetada com as mãos. Esse é um ato reflexo que explica parte da técnica utilizada numa massagem. O Shiatsu é uma delas. “Shi” significa dedo, “atsu” significa pressão.

Uma massagem oriental que consiste em pressionar determinadas áreas do corpo com os dedos e as palmas das mãos. Ao longo do meridiano da bexiga (importante no diagnóstico e tratamento), localizado nas costas, existem pontos correspondentes a cada órgão. Corretamente pressionados podem dar alívio imediato. O toque desbloqueia energias estagnadas, que impedem o bom funcionamento do organismo. Atua como prática preventiva, fortalecendo o sistema imunológico e como terapia, sanando dores musculares e na coluna, desequilíbrios do sistema nervoso, disfunções orgânicas e estresse. Além de equilibrar os meridianos. A prática esportiva faz bem aos músculos, mas em demasia pode levá-los a fadiga. É importante que o esportista receba massagem para aliviar e prevenir distensões. Para isso, existem técnicas. Torna-se então importante saber qual tipo de técnica é mais aconselhável ser utilizada em cada caso. Procure sempre orientação de um especialista. Nem toda técnica de massagem é aconselhada para recuperar alguma situação de dor ou stress.

O Shiatsu é parte do Anma, que em japonês significa massagem terapêutica. Apenas em 1964 foi reconhecido de forma distinta e independente. O Anma é a forma mais antiga da Massagem Tradicional Asiática. Não usa óleo. Envolve alongamento e toque com as mãos, com o foco em melhorar o condicionamento muscular e a circulação do Ki, ou Energia Universal da Vida.

Enquanto as técnicas de massagem ocidentais focam o relaxamento do paciente, o objetivo do Anma é influenciar os órgãos internos. Manter em equilíbrio as funções físicas e psicológicas do corpo. Reduzir os sintomas e alinhar a estrutura física que pode ser necessária.

SHIATSU – O equilíbrio através das mãos

O Shiatsu é uma terapia japonesa, que atua através da massagem em certos pontos e áreas energéticas do corpo, com o objetivo de promover o equilíbrio da energia sutil, denominada Ki. Baseada nos conceitos da medicina oriental, visa a harmonia integral do ser, atuando sobre os desequilíbrios de ordem física, energética e emocional.

A Sessão de Shiatsuterapia: diagnóstico e tratamento
O atendimento inicia com a realização de testes de diagnose, próprios da medicina oriental que avaliaram a condição de saúde do indivíduo de forma plena e identificaram os desequilíbrios responsáveis pelo surgimento dos padrões de desarmonia. Dentro dessa prespectiva, o Shiatsuterapeuta elabora o seu protocolo de tratamento, a partir de uma anamnese detalhada, que segue algumas etapas importantes: Bo-shin: diagnóstico através da observação geral; Bun-shin e Mon-shin: diagnóstico pelo som e através de perguntas; e o Setu-shin: diagnóstico por meio do toque. Com isso, busca-se compreender aonde reside a causa essencial a ser reajustada, para atuar sobre ela de forma efetiva, melhorando a relação dinâmica das partes do corpo com sua totalidade.
Partindo de uma visão holística do ser, leva-se em consideração uma série de aspectos no tratamento, como ouvir as queixas do paciente e o que seu corpo tem a dizer, observando sua postura, aparência, seus gestos, tom de voz, contituição, cor e brilho da pele, tudo que for possível avaliar. Também é considerado fundamental para sucesso do ênfoque terapêutico, a obtenção de dados a respeito do estilo de vida da pessoa, como alimentação, qualidade do sono, que auxiliaram na elaboração de uma forma única de tratamento a cada caso. Ainda avalia-se a influência das emoções e dos fatores climáticos sobre a saúde.
As técnicas empregadas durante o tratamento são realizadas com movimentos precisos e lentos, por meio do toque com pressão, aplicado diretamente sobre a pele, sem o uso de força, em pontos chave que atuam sobre a homeostase orgânica. Esse estímulo terapêutico facilita a recuperação gradual das estruturas músculo-esqueléticas contraturadas e desestruturadas, com a liberação da tensão nos pontos bloqueados. A essas modalidades, outras ferramentas englobam a terapia Shiatsu, como o alongamento passivo, manobras de reajuste da coluna vertebral, exercícios de respiração, relaxamento e consciência corporal. Cada sessão tem duração média de 60 minutos, onde é proporcionado um equilíbrio em diversos níveis de consciência do indivíduo, além de um profundo relaxamento. Portanto, o ênfoque terapêutico do Shiatsu visa reorganizar a interação funcional do corpo, tratar patologias específicas, reajustar as articulações desalinhadas, destencionar as contraturas musculares, aliviar as dores e favorecer a circulação da força vital, harmonizando os sistemas Yin e Yang, com a abertua dos canais de energia, conhecidos como meridianos.

O equilíbrio interno é refletido externamente
Na Shiatsuterapia, o principal método de diagnóstico é realizado por meio do exame tátill do Hara (barriga), onde é possível identificar as alterações da energia vital, manifestadas em suas zonas reflexas, de forma excessiva e ou deficiente. Assim como a barriga, outras áreas do corpo ou microssistemas, podem ser analisados e massageados durante o atendimento, como as costas, a face, os pés, as orelhas e etc, devido a capacidade que possuem em refletir o funcionamento do organismo. Uma vez, identificados, determinam-se os procedimentos terapêuticos mais adequados para o reequilíbrio do ser em sua totalidade.

Ativando a força vital de cura existente nas pessoas
O tratamento com o Shiastu promoverá de forma satisfatória, a integração de um corpo e mente mais relaxados, estimulando os processos corporais em busca da auto-regulação do organismo e do controle do estresse no dia-a-dia. Isso aumentará o potencial de defesa do sistema imunológico, impedindo que os fatores de desarmonia e promotores de tensão, continuem a desequilibrar os níveis da energia vital, responsável pela manutenção da nossa saúde. Segundo os orientais, a nossa vitalidade depende do livre fluxo dessa energia, que quando circula naturalmente, sem obstruções, nutri e fortalece as estruturas que compõe o ser. Essa energia de cura é inata em todos nós, faz parte de nossa essência e têm a capacidade de reverter um quadro patológico. Portanto, o Shiatuterpeuta apenas estimula esse potencial em cada pessoa, onde o processo de cura parte do nível energético, célular e psico-fisiológico que removerá gradualmente os resíduos tóxicos, que impedem a auto- regulação do corpo.

Mantendo a saúde e prevenindo as doenças
O Shiatsu também atua com o conceito de terapia preventiva, onde cada pessoa é responsável pela manutenção da própria saúde. Durante o tratamento o paciente é motivado a adotar um estilo de vida mais saudável, onde é necessário reavaliar e modificar os hábitos que o levaram a enfermidade. Com base nisso, o Shiatsuterapeuta elabora a forma de atendimento mais adequada a cada caso, visando despertar no indivíduo uma nova consciência sobre si mesmo e sua interrelação com o todo. Assim, podemos afirmar que a terapia Shiatsu, não se limita apenas ao alívio da dor e seus sintomas, ela proporciona um equilíbrio em todo o ser, manisfestando-se nas relações do dia-a-dia, no enfrentamento das dificuldades.

Em que casos utilizar o Shiatsu?
Para dores em geral, estresse físico e mental, rigidez muscular, problemas da coluna vertebral, fadiga crônica, torcicolo, cervicalgia, dorsalgia, lombalgia, ciatalgia, síndrome do pânico, ansiedade, constipação, enxaqueca, fibromialgia, problemas circulatórios, dentre outros...

Auriculoterapia


Foi na decada de 50, através dessa imagem que o Dr Paul Nogier teve um insite sobre a relação do micro sistema localizado na orelha e o corpo humano. Através desse desenho os pontos relacionados com o corpo foram sendo descobertos.

Segundo os chineses esse conhecimento ja existia na antiga China mas estava hermetico, ou seja, não aprofundado.

A grande pesquisadora e divulgadora da auriculoterapia é a Profa Huang Li Chun que aprofundou os estudos e desenvolveu as novas e mais eficazes tecnicas dessa area.

A pratica da Acupuntura Auricular baseia se no principio da estimulação dos pontos de acupuntura na região da orelha com a finalidade de se tratar ou previnir possiveis alterações em qualquer parte do corpo do paciente.

Na tecnica moderna utiliza se sementes ao inves de agulhas tornando o tratamento mais acessivel e pratico.

Agende ja a sua sessão (11) 5287.2067 ou pelo email s2bemestar@gmail.com

Linguagem do corpo

Resumo do Livro:
LINGUAGEM DO CORPO (Cristina Cairo) - Ed. Mercuryo

"Voce pode ter e ser o que quiser, se conseguir acreditar que tudo é reflexo de si mesmo".

Introdução

Engane- se à vontade, mas saiba que seu inconsciente não pode ser enganado, pois é ele que sabe exatamente o que voce pensa constantemente e, por isso, manda- lhe respostas e sinais o dia inteiro. Conheça essa outra parte da sua mente.
Na verdade, o corpo é a tela onde se projetam as emoções. E todas as emoções negativas são projetadas em forma de doenças. Essas somatizações acontecem a curto ou a longo prazo e os sentimentos de infelicidade, desgosto, raiva, mágoa, ressentimentos, etc . , dão origem às doenças mais graves quando arrastados por muito tempo.
De vemos solucionar as questões duvidosas e problemáticas de nosso coração o mais rápido possivel, para impedirmos o inconsciente de se comunicar através da linguagem do corpo, alertando- nos sobre nossa conduta. O inconsciente relaciona universalmente a função do órgão a uma emoção equivalente.

HEMISFÉRIOS CEREBRAIS
O s hemisférios c erebrais se dividem em dois (direito e esquerdo).
O c omportamento e a maneira de pensar derivam desses dois hemisférios. Desc ubra, aqui, qual a parte de
seu c érebro que está mais desenvolvida e proc ure harmonizar- se, pois, quando um dos hemisférios predomina, o
indivíduo passa a ter defic iênc ia de aprendizagem, dific uldade em c omunic ar- se, c onflitos internos sem explic aç ões,
medos desordenados e uma série de problemas emoc ionais que podem levá- lo a "gerar" doenç as ou a proc urar
drogas c omo subterfúgio pela inc ompreensão dos fatos.
E sta linha de pensamento vem trazendo, junto à PNL, um c omplemento para o autoc onhec imento.
Hemisfério Esquerdo Hemisfério Direito
D etalhista A m p lo
M ec ânic o C r ia tivo
S ubstânc ia E s s ênc ia
P r eto e Branc o C o res
C ét ic o R e c e ptivo
L i nguagem M e d itaç ão
L ó gic o A r t í s tic o
F ec hado A b e rto
C autela A v e ntura
R epetitivo N o v os c aminhos
V erbal I n t u i tivo
A nalític o S in t étic o
M emória E s p a c ial
I n telec tua l E m o c ional
P a ra equilibrar os dois hemisférios, é nec essário pratic ar o lado que estiver menos em evidênc ia, ou seja, é
nec essário passar a c riar situaç ões que exijam ou o seu lado esquerdo ou o seu lado direito do c érebro. Por
exemplo: se voc e é uma pessoa extremamente detalhista, proc ure ser mais amplo em suas observaç ões e c rític as.
Se voc e é mecânic o em suas aç ões no dia- a- dia, proc ure ser mais c riativo busc ando inventar situaç ões que o
faç am c riar. Não darei exemplos porque desejo que voc e comece a c riar, desde já!
A tese de que todas as doenç as pode ser c uradas é respaldada pelos rec entes estudos da psic análise,
segundo os quais fic ou c omprovado que doenç as e infelic idades tem c omo c ausa a c onsc iênc ia de c ulpa e
c ontrariedades profundas. Aos que tem interesse por este assunto, enc ontrarão no livro O HOMEM CONTRA SI
PRÓPRIO, de Karl A. Menninge (enc ontrado hoje, somente em sebos) no qual o autor c ita abundantes provas e
c onc lui que muitas doenç as e infelic idades são formas de autopuniç ão e que até as guerras são formas de
autopuniç ão c oletiva.
INFLUÊNCIA DO MEIO AMBIENTE
A p re ndi, c onvivendo c om os pensamentos e hábitos dos orientais, que as pessoas fantasiam demais
preoc upaç ões, devido às informaç ões erradas ou polêmic as do mundo. Muitas doenç as surgem devido ao
sugestionamento e assoc iaç ão de idéias, que essas divergênc ias de opiniões ac abam provoc ando nas pessoas.
Quanto mais nos preoc uparmos c om regras alimentares, maior será o medo de errar e, psic ologic amente, estaremos
entrando num labirinto, c om a expec tativa de enc ontrarmos uma doenç a em c ada saida.
N ão devemos ter exc esso de preoc upaç ão c om o que c omer, porque nossa intuiç ão natural sabe o que nosso
c orpo nec essita. Para que tenhamos saude, é prec iso c ompreender que o ser humano não é feito c om "material de
segunda". A natureza c riou o ser humano à sua imagem e, portanto, organizado e c ompleto para se rec uperar c om a
energia vital nata. Inc lusive deu- nos o direito do livre- arbítrio, que usamos c onforme aquilo que aprendemos na
infânc ia e no dec orrer de nossa vida.
A liberdade de movimentos, a despreoc upaç ão c om regimes e o equilíbrio das emoç ões traz ao ser humano a
satisfaç ão de viver e desc obrir que seu c orpo não prec isa de nada para c ontinuar a vibrar as energias já latentes. É
a própria mente que destrói o que a Natureza c ria c om perfeiç ão.
O c orpo é o ref lexo daquilo que ac reditamos e não poderá exist ir doenç a se não ac reditarmos nela.
V er a doenç a e c onsiderá- la realidade é o mesmo que c onsiderar realidade a sombra do nosso próprio c orpo
refletida no c hão. Ela está ali, mas é apenas um reflexo e não nosso c orpo. Se sua sombra o inc omoda, não lute
c ontra ela. Desc ubra qual é o foc o de luz que está sobre voc e e desligue- o. A sombra c om c erteza desaparec erá.
O mesmo poderá ser feito c om relaç ão à saude. Se a doenç a persiste, desc ubra qual é a emoç ão negat iva
que voc e vem alimentando em seu c oraç ão e "desligue- a" de sua mente, que a somatizaç ão desaparec erá.
Exerc ite- se diariamente c om auto- sugestões positivas, evitando as c ontradiç ões futuras; se enc ontrar bloqueios
pelo c aminho, ac eite a ajuda de um profissional de terapia moderna, ou leia livros que o reeduquem através de
informaç ões de autores que dedic aram suas vidas para salvar aqueles que sofrem, vítimas de uma educ aç ão
negativa.
S e ja qual for a doenç a, saiba que sua gravidade equivale à gravidade de seu sofrimento mental sobre o
passado, sobre o presente ou preoc upaç ões relac ionadas ao futuro.
E xi st e m muitas formas de se c onseguir a harmonia almejada: religiões, tratamentos terapêutic os,
tratamentos esotéric os, filosofias, meditaç ões c aseiras, orientaç ões em templos c om grandes mestres ou,
simplesmente, ac reditanto nela. Mas, saiba que, sem disc iplina e sem exerc íc ios prátic os no seu c otidiano, os
resultados serão nulos e, c onsequentemente, sua fé, seja no que for, enfraquec erá.
N ã o prec isamos entender as forç as que são estranhas ao nosso c érebro. Basta ac eitá- las, c om c arinho e
humildade, deixando um pouc o a razão de lado.
O B S: Pare imediatamente de julgar e c ritic ar os defeitos alheios, pois esta é uma falha de c arater que
provoc a vários distúrbios orgânic os. Faç a uma "forc inha" e comece a elogiar as pessoas.
CABEÇA
A c abeç a está relac ionada c om a razão. Quando o indivíduo não permite que as emoç ões o guiem e tem
pressa de resolver alguma questão pela própria razão, prec ipitam-se problemas ou ac identes em sua c abeç a. Seu
inc onsc iente está lhe mostrando que, por mais inteligênc ia que possua, a c abeç a tem limites.
T umores no c érebro indic am não só pensamentos negat ivos, "c oagulados" e enraizados pela teimosia em não
querer mudar esses c onc eitos, mas também c onflitos profundos e c onstantes entre os familiares. Quando estes
tumores oc orrem em c rianç as, eles indic am que os pais estão em atrito extremamente rac ional. Busc am a própria
razão, ac reditando teimosamente em fatos antigos e negam- se a renovar seus c onc eitos. Isto vale ainda para
atritos e c onflitos ou ressentimentos guardados de avós, mesmo já falec idos.
S e n t imentos de traiç ão devidos à desc onf ianç a e falta de emoç ão afet iva para c om pessoas estranhas
c ausam também rigidez c erebral e tumores.
M u itas vezes a educ aç ão familiar programa a c rianç a no sentido intelec tual. Negam- lhe o direito de ser
c rianç a e proibem- na de ser livre para esc olher. T ratam-na sempre de forma a desenvolver o máximo de seu
rac ioc ínio através de jogos, de estudos avanç ados e de c onversas c om adultos. Vestem-na impec avelmente e as
sua amizades são sempre do melhor nivel ec onômic o ou intelec tual possivel. Isso faz c om que a c rianç a não se
c onheç a interiormente e os problemas emoc ionais futuros serão para ela sensaç ões inexplic áveis e desesperadoras.
É importante saber que as c rianç as ref letem os sent imentos dos pais até os 14 anos de idade - até os 7
anos refletem as emoç ões da mãe e até os 14 anos refletem as emoç ões do pai.
P ara que haja equilíbrio entre razão e emoç ão, é prec iso c ompreender que as emoç ões são o termômetro de
nossa c onduta diária. A PNL, nos mostra que é através das emoções franc as que se busc am maiores c ontatos com
o que se deseja, tanto no âmbito familiar c omo no financ eiro, pois toda e qualquer ambiç ão, seja ela material ou
espiritual, tem por objetivo o bem-estar emocional próprio.
É perdoando, renovando e dando à sua mente uma abertura maior para ac eitar idéias de outras pessoas que
qualquer tumor desaparec erá e que voc e estará livre de ac identes e ferimentos na c abeç a. Seja flexivel c onsigo
mesmo e harmonizando- se c om todas as c oisas do c éu e da terra. A revolta, a desc onfianç a e a falta de dedic aç ão
ao superiores provoc am doenç as na c abeç a.
FÉ SEM PERDÃO NÃO FUNCIONA
O perdão é a forma de provar a si mesmo que as emoç ões negat ivas estão sob o seu c ontrole e que voc e
c onhec e seu próprio potenc ial para c onquistar novos c aminhos. Com esse desprendimento e c om essa c onfianç a em
si mesmo, voc e poderá "soltar" de sua mente os ac ontec imentos desagradáveis, pois na verdade tudo que
vivenc iamos faz parte do nosso c resc imento e nos impulsiona a c ompreender os sentimentos das outras pessoas.
N i n gu é m nos agride, nos trai, nos abandona ou nos rouba, sem que tenhamos, c onsc iente ou
inc onsc ientemente, provoc ado tais c omportamentos. Mesmo em se tratando de ac ontec imentos vindos de pessoas
estranhas, nosso poder de atraç ão é o responsavel por isso. Saiba que existem duas leis no Universo, sem as quais
não haveria ordem planetária no sistema solar nem no ec osistema e tudo seria o c aos: os semelhantes se atraem e
a Lei da Compensaç ão.
A primeira reaç ão de quem rec ebe essa informaç ão é de inc redulidade, pois é dif ic il entender c omo podemos
ser "semelhantes" às pessoas que nos fazem mal.
S e mpre temos algo em c omum c om quem nos faz infeliz. Se abandonarmos o sentimento de vergonha, os
prec onc eitos e o orgulho, enc ontraremos estreitos laç os c om esses ac ontec imentos ou c om essas pessoas. T emos
sempre, guardado na manga, um pensamento que ac hamos inc orreto mas que nunc a "mostramos", seja devido aos
padrões morais ou soc iais, ou, até mesmo, profissionais. Isso nos torna inc onsc ientes do que realmente sentimos em
relaç ão a nós mesmos. Constantemente submetidos a opiniões externas, passamos a enxergar somente o que está
do lado de fora de nossa personalidade. Portanto, c onheç a- se melhor antes de negar a verdade que se esc onde por
trás do medo de não estar sendo bom ou perfeito c om os outros ou c om voc e mesmo.
S e m pre que guardamos mágoas, ressentimentos, ódio, etc , mais c edo ou mais tarde, somatizamos uma
doenç a para justific ar a perda de energia que tivemos, devido à situaç ão provoc ada por aqueles sentimentos.
Q uando a doenç a não desaparec e, nós sabemos que a pessoa não perdoou realmente.
Q uando voc e "ac har" que perdoou, desc onf ie de voc e mesmo e volte, c onsc ientemente, àquela situaç ão que
c ausou a mágoa. Se voc e ignorar o ac ontec imento e olhar a outra pessoa c om c arinho e bondade, sentindo o
c oraç ão livre e c om esperanç as renovadas, saiba, então, que voc e perdoou verdadeiramente.
D e nada adiantará rezar e suplic ar pela c ura se seu c oraç ão está bloqueando a energia vital, mantendo
vibraç ões opostas ao bem. Portanto, se voc e não c onseguir tornar seus sentimentos livres das emoç ões negativas,
sua vida estará presa a um c írc ulo vic ioso.
D oenç a não existe! Saude é o estado normal das pessoas!
D o enç a é apenas uma nuvem de mau tempo dentro de sua c abeç a que perdura enquanto perdurar sua
mágoa, seu ódio, seu medo, etc .
" Se voc e não sabe perdoar, também não é digno da saude que proc ura."
ENXAQUECA E DOR DE CABEÇA
O s indivíduos que sofrem de enxaquec a tem um orgulho muito forte e não permitem que pessoas autoritárias
mandem em sua vida ou c ontrolem seus passos. Resistem a tudo e a todos que, c onforme eles ac reditam, queiram
invadir seu espaç o vital. São pessoas que não relaxam aos prazeres, pois rec eiam serem dominados de alguma
forma. Normalmente tem medo do sexo ou de suas c onsequênc ias, devido a limitaç ões morais, familiares, etc .
S u avize seus pensamentos. Não use a razão c onstantemente, pois devemos equilibrar os dois hemisférios
c erebrais (razão e emoç ão), para evitarmos esses c onflitos internos e suas somatizaç ões.
Q uando surgir uma dor de c abeç a, pare e ref lita sobre o que está ac ontec endo ao seu redor.
S erá que alguém ou alguma situaç ão c ontrariou voc e? Ou talvez voc e tenha se sent ido desc onsiderado por
alguém um tanto importante de quem voc e esperava maior c onsideraç ão.
S eja o que for, pense sobre a sua própria c onduta e veja o quanto voc e está sendo inf lexivel c onsigo mesmo
e c om os outros.
DERRAME CEREBRAL
É sinal de um gênio dif ic il e ref lete uma pessoa que prefere a morte a ter de mudar seu c omportamento, que
resiste, rigidamente, em suas opiniões, c renç as e c ondutas. O derrame mostra que a pessoa vive tensa e teimosa
em suas observaç ões e c rític as e c onstantemente atrita c om outras pessoas, sobrec arregando seu c érebro com
pensamentos e emoç ões fortes.
N ão queira ser o dono da verdade! Solte esse "método" de c onseguir a atenç ão das pessoas para si. Mostrelhes
que voc e também é sensivel e pode ter seus medos c omo elas. Converse pausadamente e ouç a o que os
outros tem a lhe dizer. Faç a de sua inteligênc ia um veíc ulo amistoso e flexivel. Polic ie- se até que voc e c onsiga
estar livre dessa rígida personalidade e do sentimento de vítima que o domina. Não é somente o mundo que
nec essita de mudanças: voc e também nec essita. Não é demérito para ninguém ac eitar, humildemente, idéias e
opiniões de familiares e de amigos. Somos amados pelo nosso c arisma e não pelos atritos que c riamos.
OLHOS
S e sua visão enfraquec eu e voc e já não c onsegue ler ou enxergar c omo antes, ou mesmo se voc e trouxe
essa defic iênc ia desde o nasc imento, está na hora de refletir sobre seus pensamentos e atitudes passados.
Consulte o "arquivo" das emoções e proc ure aquele sentimento de rec usa e inflexibilidade em ac reditar que tudo
pode mudar.
P rovavelmente, algum fato, ou a própria vida o feriu, fazendo c om que voc e pref ira não ver tal ou tais c oisas
ou pessoas que o fizeram sofrer.
V oc e diz que já esquec eu o problema e que até já perdoou. Entretanto, seu inc onsc iente não mente e voc e
pode estar sendo vítima de sua c onsc iênc ia orgulhosa. Há muitas maneiras de "negarmos" a visão:
- quando estamos em estado de depressão c onstante;
- quando um fato desagradavel em família nos "c ega" de raiva ou ressentimento;
- quando passamos c ertos momentos, em nossa vida, que não nos agradam, ou teimarmos em não ver o
outro lado das questões;
- ou, mesmo, quando não queremos mais c ruzar c om a pessoa ou situaç ão que nos atormentam, etc .
É muito fac il para a mente restaurar um nervo ótic o! Dific il é mandar uma mensagem simples e direta para
que ela trabalhe objetivametne, pois a mente c onsc iente desc onhec e que a c omunic aç ão c om a mente
subc onsc iente deve ser c lara e simples.
T odo e qualquer esforç o no sentido de exteriorizar a forç a interior através de rituais, alegorias, frases longas,
oraç ões, etc ., esbarra na dific uldade da realizaç ão total, ou seja, quanto mais c omplic armos a mensagem que deve
ser dirigida à mente subc onsc iente, menos ela assimilará o objetivo que voc e deseja.
E l a responde c om maior rapidez às frases simples, c urtas, objetivas, f irmes (positivas) e c oerentes c om as
emoç ões.
P a re de se inc omodar c om as c oisas "feias" da vida. Pare de c omentar a parte feia do mundo, o que há de
errado na polític a, na família e c om os amigos e c olegas. Observe o mundo, veja c omo ele sobrevive pelas c oisas
boas e aprenda a c onviver c om as más, usando- as c omo experiênc ia e ferramenta para exteriorizar as c oisas boas
do seu c oraç ão.
P r oc ure ver além das aparênc ias. Queira ver o bem que existe em tudo e voc e sentirá que seu mundo está
protegido pelos bons pensamentos que voc e mesmo emanou no passado. T udo aquilo que pensamos torna- se
realidade, mais c edo ou mais tarde. Então pense somente em c oisas boas; fale somente palavras positivas; saiba
repreender c om c arinho, veja as razões das outras pessoas e não seja tão "pequeno" a ponto de ac har que ver o
outro lado da questão seja perder tempo. T odas as pessoas tem sua verdade, que deve ser respeitada.
M iopia
- Pessoas míopes não c onseguem ac eitar fatos e determinados ac ontec imentos que saiam fora do
alc anc e de sua c renç a. Normalmente enxergam "c urto" quanto a determinados problemas e nunc a rec onhec em que
são radic ais em suas posiç ões.
D i sc utir um assunto c om elas requer tato e muita pac iênc ia, ou então ac eite suas opiniões ainda que
disc ordando delas.
S e voc e tem problemas de miopia, c omec e a reparar em seu c omportamento perante um grupo de amigos e
analise, sinc eramente, suas atitudes e opiniões. O fato de parec er que estejam c ontra voc e não signific a estarem
errados. Podem estar tentando fazê- lo ver aquilo que voc e não está enxergando.
A m iopia manifesta- se em pessoas egoc êntric as que não se importam c om os outros ou não ac eitam
fac ilmente, opiniões alheias. Na verdade são pessoas que possuem uma visão muito estreita do mundo e enxergam
somente seus próprios problemas partic ulares e vêem apenas os aspec tos imperfeitos das pessoas e c oisas. Miopia
é vista c urta.
O importante é aumentar o seu c ampo de "visão" da vida, c omeç ando a enxergar os problemas de pessoas
que sempre estiveram ao seu lado mas que voc e nunc a perc ebeu. Solte- se para a vida e veja c omo voc e pode
c resc er ainda mais e abandone, definitivamente, os óc ulos sem prec isar de c irurgia.
H i permetropi a
- Pessoas c om este t ipo de problema tem medo do presente. Pouc os perc ebem este fato
porque o presente lhes passa desperc ebido. Na verdade vivem das sensaç ões do passado, preoc upando- se c om o
futuro. O indivíduo que não toma dec isões rápidas, está sempre vivendo o futuro e não se dá o direito de aproveitar
o presente torna- se hipermétrope c omo reflexo de seu modo de pensar.
Q ueira ver tudo c laramente e sinta c om seguranç a todos os detalhes do seu agora. É insensato c omer sem
mastigar.
A hipermetropia é o ref lexo da mente que só c onsegue ver longe, isto é, de quem vive se preoc upando c om
fatos e c oisas referentes aos outros e se desc uida de si mesmo.
D esc uidando- se de si mesmo a pessoa não perc ebe o que se passa ao seu redor e, c omo ref lexo
disso, pode ter uma anomalia visual que c onsiste na dific uldade de ver objetos próximos.
P e ssoas c om esse problema tem tendênc ia a se inc omodar c om assuntos alheios e c om c oisas que não lhe
dizem respeito.
E s trabismo
- Muitas c rianç as nasc em estrábic as e seus pais, obviamente, se preoc upam em leva- las ao
oc ulista para resolver o problema através de c irurgia ou de c orreç ão c om lentes próprias. Mas o fator princ ipal que
ac arretou esse defeito nos nervos oc ulares da c rianç a é a desarmonia entre seus pais. Quando o c asal diverge,
rigidamente, de opinião, não admite erros do parc eiro e vive uma vida de emoções extremas, c ausa um reflexo
psic ológic o no subc onsc iente do filho que está para nasc er. Pensamentos c ruzados dos pais provoc am verdadeira
dec laraç ão de guerra e isso ac aba projetando o estrabismo na c rianç a, c omo símbolo dos propósitos divergentes
dos pais.
A própria c rianç a traz c onsigo determinadas indec isões que a atormentam. Normalmente, c rianç as estrábic as
são seres muito sensíveis espiritualmente e tanto podem tornar- se pessoas c om inteligênc ia ac ima do padrão normal
ou pessoas revoltadas e propensas a serem revoluc ionárias.
M uitas dessas c rianç as nasc em c anhotas e perc ebem a vida de forma diferente das outras. Por isso os pais
devem harmonizar- se para que a c rianç a possa c analizar todo seu potenc ial para um c aminho saudavel.
P resbiopia e Arterioscleros
-e A presbiopia é um defeito que oc orre c om o passar do tempo. É c onsiderada
um problema da velhic e, pelo enfraquec imento dos olhos que já não c onseguem distinguir o que está perto. A
dific uldade para ver, c om nitidez, objetos próximos é manifestaç ão da mente aflita e preoc upada c om o que o futuro
lhe reserva. No c aso de idosos esta dific uldade reflete a preoc upaç ão c om os anos que lhes restam nesta existênc ia
e a dific uldade em viver plenamente o agora. Eles vivem aflitos tal qual o viajante que, seguindo pela estrada ao
entardec er, preoc upa- se c om o c aminho que ainda terá de perc orrer. Se essas pessoas deixarem de temer o futuro
e passarem a viver, plenamente, o agora, fic arão c uradas da presbiopia. A presbiopia é, também, reflexo da mente
rígida, ou seja, mente teimosa e intransigente, inc apaz de ac olher as opiniões dos outros. A mente "endurec ida"
produz o efeito do "endurec imento", a reduç ão da elastic idade e a diminuiç ão da c apac idade de ac omodaç ão do
c ristalino.
V e lhic e é sinônimo de "mente endurec ida". Portanto, não só a visão sofre c om essa atitude mental, mas o
c orpo todo. A arteriosc lerose também é um resultado dessa forma de pensar, pois é c onsequênc ia do
endurec imento das artérias que deveriam ser flexíveis.
D a ltonismo
- É próprio de pessoas que tem a mente egoísta e c heia de c apric hos. É a mente que não
c onsegue ac olher c om imparc ialidade "todas as c ores", que não ac olhe c om imparc ialidade todas as pessoas e todas
as c oisas.
O daltonismo representa a manifestaç ão da mente rebelde que não ac eita os c onselhos dos mais velhos ou
da autoridade e indic a uma pessoa que se irrita por c oisas fúteis e passa a implic ar c om os familiares, amigos, etc .
T erçol
- Signif ic a que voc e está c om raiva de uma determinada situaç ão. Pode ser que voc e esteja fazendo
algo que o c ontrarie e que pensava não mais prec isar fazer. Evite sentir raiva de alguém pois as dimensões humanas
são diferentes e é por isso que devemos ser mais c ompreensivos c om as idéias opostas às nossas. Se voc e não
gosta do que está ac ontec endo, mude seu modo de pensar e c ompreenda as razões das outras pessoas. Saiba que
voc e tem seu livre- arbítrio e que ele é o responsavel por todas as suas experiênc ias no dec orrer de sua vida.
Alegre- se por possuir o direito de
mudar e esc olher aquilo que o faz feliz.
C onjuntivite
- Signific a que voc e está se frustando ou c om a vida em geral, ou c om um fato em partic ular.
T ente soluc ionar essas c oisas c om paz em seu c oraç ão e não c om essa raiva embutida. Lute pelos seus ideais de
forma amistosa e pac iente, ac reditando que no tempo c erto, voc e se realizará.
P a r e de olhar o mundo c om esse sent imento "amarrado". Compreenda que na vida só temos aquilo que
ac reditamos poder ter e manter. Voc e tem liberdade para pensar e reformular sua vida, portanto, aproveite as
situaç ões "desagradáveis", para perc eber seus próprios erros e c orrigí- los.
OUVIDOS
S e alguém que c onvive c om voc e o aborrec e c onstantemente, fala o que quer e o que não quer, diz o tempo
todo o que voc e deve fazer, c ontrolando- o, rec lama de tudo que voc e faz, grita nos seus ouvidos c oisas que o
magoam e voc e perde seu espaç o em seu próprio ambiente (ufa!), sem dúvida sua mente fic ará c ongestionada de
pensamentos c omo: "Não aguento mais ouvir essa pessoa, não suporto mais suas tolic es, não quero mais ouvi- la,
etc ." Com isso seu inc onsc iente entrará em aç ão para atender o seu pedido e entenderá, literalmente, sua ordem
mandando- lhe uma surdez c omo resposta.
V i u c omo é fac il? Pois saiba que seu inc onsc iente é tão responsavel que c uidará da sua surdez c om muito
zelo para garantir- lhe uma velhic e...bem silenc iosa.
M esmo que voc e se afaste def init ivamente da pessoa que o irrita, sua mente inc onsc iente não voltará atrás,
pois, para restaurar- lhe a audiç ão, ela prec isará de uma outra ordem c om a mesma intensidade emocional que a
anterior.
P a ra isso voc e deverá ser c oerente e sinc ero c onsigo mesmo. De nada adiantará uma outra ordem, se nos
arquivos de suas emoções estiver registrada a "mágoa de ouvir". Primeiro aprenda a perdoar. Sejam seus pais,
marido, esposa, mãe, patrão, etc . Se voc e ac ha que tem razão de sobra, então dê um pouc o à pessoa que o
magoou. E quando não mais existir esse c onflito em seu c oraç ão, sua outra mente entenderá o que voc e prec isa. É
inutil tentar se enganar dizendo que "já esquec eu" o assunto, pois o tempo leva do c onsc iente as imagens, mas a
mente inc onsc iente c onserva as lembranç as, sejam elas boas ou más.
N o sso c érebro se assemelha a um c omputador: tudo que for registrado em sua memória permanec erá, até
que se mude a programaç ão.
E nquanto o ser humano não levar a sério a máxima "Conhec e- te a ti mesmo", não saberá, jamais, que dentro
dele há uma forç a gigantesc a de atraç ão e repulsão, c apaz de c omandar seus atos positiva ou negativamente.
O s psiquiatras, psic ólogos, neurolinguistas e parapsic ólogos sabem que o inc onsc iente tem uma tendênc ia
c ega a seguir seus objetivos. E ele sempre triunfa! A não ser que tenhamos c ompreendido a Lei de Causa e Efeito e
aprendido a c ontrolar nossos próprios pensamentos de forma positiva.
Q u anto a ac identes ou qualquer fator externo, estes também estão relac ionados à questão das vibraç ões
semelhantes, ou seja, seremos atraídos para aquilo que nos c ausará danos apenas se nossa mente estiver dirigida
negativamente, guardando ressentimentos.
N ã o são c oinc idênc ias. Nossa mente inc onsc iente é muito inteligente para ac harmos que as c oisas
ac ontec em aleatoriamente em nossa vida. Mantenha uma c onduta positiva perante todos os ac ontec imentos e
voc e verá, lentamente, c omo tudo irá se transformando para melhor, bem debaixo de seu nariz.
NARIZ
O nariz é o símbolo do Eu. Pessoas que sofrem de doenç as do nariz tem tendênc ia egoc êntric a e presunç osa.
O s problemas nesta região ac ontec em quando o indivíduo c orre atrás de méritos e ignora opiniões alheias só
para não perder os elogios, e quando existe o medo de não ter os seus feitos rec onhec idos. Nesses c asos ac ontec e
que o seu inc onsc iente obstrui suas narinas, mostrando- lhe que voc e não está "respirando" a vida livremente. A
obstruç ão pode ser do tipo pólipo nasal, rinite, sangramento, etc .
O sangramento oc orre também devido aos seus sent imentos de c arênc ia relac ionados à inc ompreensão das
outras pessoas. O sangramento simboliza ainda que voc e c hegou ao limite de suportar as tristezas de sua vida e
tem vontade de c hamar a atenç ão de quem possa ajudá- lo.
S inusite - Rinit e
- Sinusite é um sinal de que seu ego está profundamente irritado c om alguma pessoa que
c onvive c om voc e. É provavel que esta pessoa tente c onstantemente invadir seu espaç o vital.
S i nusite é a "inf lamaç ão" mental relac ionada c om alguém próximo, é a atitude mental rebelde ou a rebeldia
nutrida c ontra os pais.
O s ent imento de grat idão destas pessoas é quase que superf ic ial e para se obter a c ura total dessa
dific uldade de respirar, é nec essário que se c omec e rec onhec endo que no passado fic aram suas melhores
experiênc ias e foi lá que voc e aprendeu tudo o que sabe hoje. Seus pais, amigos, patrões, func ionários, etc . ,
todos, direta ou indiretamente o ajudaram a c resc er. O demérito está naqueles que não ac eitam, c om humildade, as
diferenç as de opiniões, pois c onsideram- se os mais inteligentes e infalíveis.
O s verdadeiros sábios são aqueles que proc uram sempre aprender, ao c ontrário dos presunç osos, que
ac reditam saber mais do que os outros.
O ego limita a mente e nos faz ac reditar que não prec isamos de ajuda. Ledo engano! O que quero dizer é
que, para vivermos, devemos estar em harmonia c om tudo e c om todos; não podemos viver isoladamente, ac hando
que não prec isamos de ninguém, pois as diferenç as dos outros é que nos fazem enxergar c oisas que antes não
víamos.
BOCA
P ela boc a é que saem os pensamentos em forma de palavras.
S e voc e é daqueles que dizem palavras rudes, que ferem o c oraç ão de outras pessoas, c rit ic am os outros às
esc ondidas, não ac eitam novas idéias, são inflexíveis quanto às suas próprias opiniões, são ásperos ao falar e
princ ipalmente não rec onhec em esse c omportamento em si mesmos, então, c omo projeç ão de sua c onduta, voc e
terá sérios problemas: surgirão aftas, feridas dentro e fora da boc a, herpes e outros males que o ferirão assim como
suas palavras ferem a outros.
M esmo que voc e não seja uma pessoa assim, mas se em algum momento de sua vida sua boc a apresentar
esse tipo de problema, reflita e analise seu c omportamento de ultimamente.
S eja doc il ao falar e proc ure ac almar- se diante de c ertas situaç ões. Não c omente, sob nenhum pretexto, os
defeitos de outras pessoas e evite "rodinhas" de amigos que tem c omo únic o objetivo c ritic ar e "fofoc ar". Lembrese,
as palavras e os pensamentos são c omo bumerangues: voltam-se c ontra nós mesmos.
A s sim c omo a boc a, o ânus também simboliza a "saida". Portanto, o c omportamento ac ima c itado provoc a
fístula anal, hemorróidas, prolapso anal, hemorragia anal, etc .
S e voc e tem o hábito de repreender os outros aos gritos, c uide para ser mais gentil e doc e. Aos pouc os voc e
sentirá que os erros alheios não eram tão graves assim, ou, pelo menos, aprenderá a lidar c om eles de uma forma
mais amistosa e c ompreensivel.
GARGANTA
A garganta simboliza a fala. É o c anal de saida daquilo que voc e pensa. Sua expressão e c riat ividade são
rec onhec idas através desse c anal. Portanto, se algo o impede de falar, se o que voc e tenta expressar não é
c ompreendido ou o que o inc omoda não pode ser dito, saiba que sua garganta responderá c om uma inflamaç ão.
A s dores de garganta expressam seus sent imentos c ontrariados. T udo aquilo que bloqueia a nossa fala e nos
obriga a "engolir sapos", trará inflamaç ão das amígdalas, problemas nas c ordas voc ais e até silênc io total da voz,
simbolizando o pensamento. "Já que não posso falar o que quero, não falo mais".
A p renda a livrar- se do medo de falar. Expresse suas opiniões, seus desejos, seus desgostos e c rie ao seu
redor uma atmosfera de liberdade para viver. Voc e não é obrigado a fazer o que não quer, portanto, reaja! Liberte
de dentro de voc e aquilo que o inc omoda e busque o novo em sua vida.
S e voc e c ansou de falar e nada mudou é porque, está na hora de voc e mudar. Se pretende ter voz para
soluc ionar os seus problemas, enfrente a situaç ão pois o problema está dentro de voc e e não nas outras pessoas. É
bom que voc e se modifique pois, para onde for, voc e levará c onsigo a sua forma de agir diante das dific uldades.
M ágoa é ac omodaç ão. Quem quer ser feliz vai à luta e não se deixa aprisionar pelo ego. Esqueç a, de uma vez
por todas, tudo aquilo que o frustrou e busque sua independênc ia, tanto financ eira quanto sentimental.
T osse
- Representa a raiva que "não sai da garganta".
S e voc e está vivendo um problema c om alguém para quem sua opinião não vale nada, se alguma pessoa o
está deixando c onstantemente furioso e é impossivel c onfessar- lhe essa raiva, ou se voc e está sendo obrigado a
ac eitar uma determinada situaç ão c ontra sua vontade, sua garganta fic ará c ongestionada e sensivel.
O s pigarros demonstram a tensão nervosa por estar emoc ionado c om algum ac ontec imento, sem entretanto
poder demonstrar esses sentimentos. O mesmo pode- se dizer das tosses inc essantes. Os ac ontec imentos que
desenc adeiam tosses ou pigarros são, muitas vezes, sentimentos e pensamentos rápidos e sec retos de inc ômodo
relac ionado a algum ambiente, assunto ou pessoa.
E m c ertas oc asiões, o importante é relaxar, respirar e analisar, c almamente, a situaç ão. Enquanto voc e
estiver supervalorizando o ac ontec imento, suas emoç ões serão fortes e desequilibradas.
F ale o que pensa, c hore se for nec essário, mas libere o seu interior, evitando assim f ic ar sufoc ado pelos seus
pensamentos.
C a tarro
- Simboliza que a pessoa está respondendo negat ivamente às opiniões dos outros e que está
nutrindo raiva e medo de ter de agir c omo as outras pessoas esperam que ela aja. Aparec e em pessoas que não
ac reditam que somos responsáveis por tudo que nos ac ontec e e que estão sempre esperando algo inevitavelmente
ruim ac ontec er. São pessoas que não perc ebem que estão ac umulando iras "na garganta", só porque desc onhecem
seu poder nato de c riar seu destino.
CABELO
M u itos homens e mulheres que hoje ou tem queda de c abelos ou que já sejam c alvos, provavelmente se
sentirão ofendidos ao lerem esta mensagem. Gostaria, entretanto, que isso não ac ontec esse e que houvesse
c ompreensão por parte do leitor, pois o que eu digo a seguir, servirá de apoio para o seu auto- c onhec imento e
desenvolvimento c omportamental.
O s c abelos nasc em na parte superior da c abeç a, que é o ponto mais alto do nosso c orpo. A queda de
c abelos ac ontec e àqueles que desrespeitam seus superiores, seja por palavras, seja pela c onduta ou mesmo porque
os ignoram.
A t é m uitos líderes religiosos são c alvos na região parietal. Eles ac reditam que estão despertando
espiritualmente, entretanto, apenas possuem o c onhec imento da palavra de Deus e tornam- se muitas vezes
presunç osos.
P e s soas que desejam brilhar e se destac ar muito tem tendênc ia a se tornarem c alvas, pois tornam- se
extremamente orgulhosas.
E x istem dois fatores muito fortes que c ausam a c alvíc ie: a tendênc ia a c ontrolar tudo (não podendo ser
c ontrolado) e um orgulho fortíssimo que c hega a c egar. Há também o c aso das pessoas hipersensíveis que se
magoam c om atitudes, até sutis, de outras pessoas e c ostumam guardar esse ressentimento no c oraç ão por muito
tempo...
A queles que vivem inc onsc ientemente sempre se defendendo de ataques imaginários e, c omo defesa, fazem
ac ionar suas glândulas sebác eas, c ausam maior oleosidade no c ouro c abeludo e c ostumam ser vítimas da c alvíc ie.
Q uanto à af irmaç ão de que a c alvíc ie é um problema hereditário, o que posso dizer é que o que é transmitido
de pai para filho não é o problema em si, mas o temperamento atávic o que se desenvolve pela educ aç ão. Em outras
palavras o que ac ontec e é que o pai traz c onsigo uma c renç a que despeja inc onsc ientemente em seu filho,
inc lusive através de atitudes.
É c ômodo ac eitar que a verdade da c alvíc ie está na natureza humana.
A n atureza humana é perfeita! Nós é que, por falta de c onhec imento, agimos na defesa ou no ataque,
provoc ando sérios danos ao nosso organismo.
O s pensamentos diários são responsáveis pelo ac úmulo de emoç ões boas ou ruins. As emoç ões "troc am"
informaç ões c om o sistema nervoso e c om o c érebro e, através de outros estímulos nervosos, mandam agentes
químic os c omo resposta. Esses agentes químic os vão trabalhar de forma a destruir ou rec onstruir as c élulas
sobrec arregadas por aquele estímulo nervoso. Veja: se o pensamento for negativo, a emoç ão será negativa e
enviará ao c érebro um c hamado de "soc orro". Este, por sua vez, mandará, rapidamente, um "exérc ito" de agentes
químic os para o loc al do c onflito e assim começará o "massac re" interno. Como, inc onsc ientemente, c ada parte do
nosso c orpo simboliza uma emoção, o "exérc ito" irá atac ar exatamente onde foi c hamado.
N o c aso de pessoa c alva, o ataque ac ontec erá no alto da c abeç a, porque é ali que se enc ontram os
superiores que "atrapalham" o brilho dessa pessoa. Assim, c om a queda dos c abelos que simboliza a queda da
hierarquia, os poderes pessoais e os agentes químic os terão c umprido a missão de "tirar" do c aminho os que estão
"ac ima".
Q u ando os c abelos c aem isto é um sinal de que está faltando grat idão pelos pais e superiores e que voc e
questiona tudo que lhe mostram de "novo".
Q u anto à personalidade, voc e vive, quase sempre, nos extremos da emoç ão: é dóc il mas, de repente, por
c ausa de uma disc ussão c om alguém, ou por ter sido desprezado, torna- se totalmente agressivo. Às vezes tem
vontade de quebrar tudo à sua volta e "arranc ar" a raiva de seu c oraç ão. E sofre c om seus próprios pensamentos
de vinganç a e justiç a.
P a r e de sofrer! Fatos passados só irão afetá- lo se voc e quiser/deixar. T oda essa dor que voc e sente é
porque lhe faltam seguranç a e auto- estima. Arranque dos seus pensamentos essa sensaç ão de solidão e vazio e
c onfie mais na forç a que o faz viver. Pare de se preoc upar c om o que os outros vão pensar e liberte- se desse
orgulho, ac eitando, c om c arinho, as opiniões alheias.
S eja voc e mesmo e assuma a sua ident idade c om respeito por tudo o que voc e c onseguiu pelos seus próprios
méritos.
S empre haverá alguém mais importante do que nós em nossa esc ala de vida. Somos eternos estudantes e,
por isso, devemos ser humildes para valer e aprender a voltar atrás gentilmente, quando errarmos ou ac harmos que
alguém errou em relaç ão a nós. Essa será a maior prova de beleza interior que podemos dar.
A pessoa muito orgulhosa além de perder os c abelos ainda f ic a propensa à arteriosc lerose c omo ref lexo da
inflexibilidade mental. T eimosa e de ego muito forte em sua personalidade, passa também, a sofrer de hipertensão.
COLUNA VERTEBRAL
A c oluna vertebral é o suporte do c orpo. É o pilar da estrutura óssea e musc ular. Ela é responsavel pelos
movimentos dos braç os, pernas e dos órgãos. Pela análise psic ológic a, a c oluna simboliza nossas raízes
genealógic as e tudo que suportamos dos dilema da vida. É c omo um grande pilar de um edifíc io, onde a parte
invisivel é a que sustenta a estrutura toda.
A parte invisivel, no c aso da c oluna, são os nossos antepassados. Quando a c rianç a c om problema de c oluna
ou desvio de vértebras é porque a desarmonia familiar vem de muitas geraç ões. É o tipo de família que nec essita de
apoio espiritual e psic ológic o, pois as estruturas estão c ada vez mais abaladas de pai para filho.
N e sse c aso, os pais deverão rec orrer à sua religião e orar pelas almas dos antepassados, uma vez que de
geraç ão a geraç ão oc orre uma interferênc ia energétic a.
T a m bém há a interferênc ia inc onsc iente dos próprios pais que vivem em desarmonia. T odo e qualquer
aspec to negativo da c onduta dos pais refletirá na saude dos filhos.
D e svio da c oluna signif ic a que a pessoa tem medo de tomar dec isões importantes porque teme perder ou
magoar alguém. Ela está normalmente lotada de responsabilidades, sendo que a maioria dessas responsabilidades
não deveria ser sua. Costuma assumir tarefas dos outros e, c om isso, suas c ostas fic am sobrec arregadas.
P or mais que ore, essa pessoa tem sempre dúvidas e não c onf ia plenamente no futuro.
S aiba que tentar apoiar- se em velhos pensamentos - por falta de habilidade para superar a vida - provoc a
desvio de vértebras.
V értebras Cervicai s
- Problemas c om elas signif ic am que a c abeç a está sem apoio, c onfusa, c om medo do
rídic ulo, indec isa, amargurada, sente- se sobrec arregada e se ac ha responsavel pelos problemas dos outros.
Denotam ainda sentimento de c ulpa, ressentimento e tudo que for relac ionado ao exc esso de responsabilidade.
P roc ure ser mais f lexivel c onsigo mesmo e não tente "c arregar" mais do que pode.
V értebras Toráxica s
- Simbolizam as c ontrariedades. Problemas nestas vértebras oc orrem em pessoas que
vivem suportando a vida da maneira que não gostam, que tem medo do frac asso, que c ulpam outras pessoas pelas
suas tristezas, sentem-se amarguradas, rec usam o amor por idealizá- lo demais, vivem c onflitos internos por se
sentirem rebaixadas pelos outros, tem medo de assumir sozinhas suas responsabilidades e frac assos, "entopem- se"
de motivos para não desfrutarem da vida e experienc iam tudo que é relac ionado c om c ertas puniç ões internas e
sentimentos de c ulpa.
V é r tebras Lombare s
- Problemas c om elas signif ic am c ontradiç ões nos sentimentos e aparec em em
pessoas que, ao mesmo tempo em que prec isam do amor, rec usam- no por nec essitar de liberdade e da sua
individualidade. Mostram indec isão quanto à posiç ão que deve ser tomada em seu relac ionamento amoroso e
dúvidas quanto aos seus sentimentos.
A r e gião lombar também signif ic a dif ic uldade f inanc eira, inseguranç a quanto ao futuro prof issional e
inseguranç a quanto a c ontas a pagar no futuro.
O u tra explic aç ão para os problemas nesta área está no bloqueio dos prazeres sexuais ou no seu extremo
oposto (abuso sexual).
O fato de não c onseguir tomar uma dec isão e arrastar problemas sentimentais por muito tempo faz c om que
a pessoa sinta raiva de si mesma. Essa inflexibilidade amorosa é responsavel pelas dores lombares, desvios típic os
(hiperlordose) e faz essa região tornar- se rígida e dolorida. As pessoas que não se dobram doc ilmente para as
outras enrijec em esta região.
A c abe c om essa guerra interna de se ac har responsavel pela vida das pessoas que c onvivem c om voc e. Nós
só assumimos as responsabilidades dos outros quando queremos c omandar suas vidas. Harmonize- se c om a vida e
deixe que ela flua suave e naturalmente.
ARTICULAÇÕES
A s artic ulaç ões simbolizam a gratidão no relac ionamento humano e fac ilidade para c ompreender as mudanç as
obrigatórias no seu rumo. Quanto mais natural e c onfortavel for seu jeito de ac eitar a vida c om suas atribulaç ões e
mudanç as repentinas, mais saudáveis serão suas artic ulaç ões. Quem não sente gratidão e alegria pelas c oisas
simples, que tanto as outras pessoas quanto a Natureza lhe proporc ionam, não rec onhec e, doc ilmente, os favores e
gentilezas que lhe dedic am e não perc ebe a grandiosidade de c ada gesto, por menor que seja, está sujeito a ter
problemas nas artic ulaç ões, e princ ipalmente na artic ulaç ão da c oxa c om o quadril (c abeç a do fêmur) que
simbolizará a avareza e a mente inflexivel e apegada. Portanto, quanto mais voc e for c ompreensivo e flexivel com
as atitudes alheias, melhores e mais livres serão as suas artic ulaç ões.
A r trite
- Representa um c oraç ão c heio de c rít ic as e ressent imentos por pessoas que não valorizam seus
esforç os. Pessoas c om esse tipo de inflamaç ão são as que, às vezes, perdem tempo questionando, em
pensamentos, os porquês das atitudes das pessoas. Não c onseguem sentir que são amadas e geram c onflitos de
c arênc ia.
H é r nia de Disc o
- Signif ic a que a pessoa está profundamente indec isa quanto à sua vida. Sente- se
totalmente desamparada e seus pensamentos a deprimem, pois impossibilitam que ela enc ontre saida para essa
situaç ão. A hérnia de disc o é a forma de impedir a artic ulaç ão da c oluna. Ela mostra, simbolic amente, o quanto a
pessoa se sente "amarrada", o quanto os movimentos estão presos e essa dific uldade é gerada porque o apoio
nec essário para a movimentaç ão não é enc ontrado. Então, simbolic amente, isso oc orre quando a pessoa não
rec ebe apoio de alguém, no momento em que mais prec isa.
J o e lhos
- Simbolizam suas atitudes para c om voc e mesmo, no presente. Eles deveriam equilibrar o seu
passado (c oxas) c om o seu futuro (pernas).
P e s soas que não c onseguem ac eitar opiniões alheias, e agem c omo c rianç as para defender seu espaç o,
mostram que prec isam amadurec er mais para poder c ompreender novas formas de se defender c ontra aqueles que
se lhe opõem. Faltar c om respeito para c onsigo mesmo deixando de realizar seus objetivos ou suportando todas as
c ontrariedades, doméstic as ou profissionais, também não é uma maneira c orreta de c omunic ar- se. A anulaç ão
pessoal só ac ontec e quando a pessoa não c onhec e outros meios de se expressar e ac redita que já tentou de tudo
para mudar uma situaç ão desagradavel que a aflige. Se voc e se sente ferido em seus sentimentos e em seu orgulho
porque está fazendo c oisas que c ontrariam seu verdadeiro modo de ser, se está se desrespeitando ao forç ar uma
situaç ão por não saber c omo c orrigi- la e vive c om o c oraç ão repleto de c rític as e desapontamentos, saiba que seus
menisc os, ligamentos e ossos do joelho serão afetados. Eles irão inflamar e poderá até oc orrer estiramento ou
rompimento dos ligamentos, mesmo que seja provoc ado por algum ac idente. Nós somos c onduzidos, c egamente,
pelo nosso inc onsc iente, para o bem ou para o mal, c onforme o que ac reditamos ou pensamos c onstantemente.
A s pessoas que não se dobram aos outros ou a determinadas situaç ões e teimam em sustentar as suas
opiniões ac abam somatizando um joelho que não dobra, que não flexiona e é extremamente dolorido.
A análise de nossa c onduta mais sec reta é, realmente, um trabalho dif ic il que requer sinc eridade e lealdade
c om relaç ão a nós mesmos. Para revertermos o quadro de doenç as, dores, etc . , para a saude e a felic idade,
devemos rec onhec er nossas emoç ões diárias e não somente nossos pensamentos, para que possamos trabalhar na
mudanç a do nosso interior.
O m bros
- Simbolizam tudo que c arregamos de responsabilidade e qualquer inf lamaç ão nessa área signif ic a
que os nossos superiores, ou as pessoas que exerc em alguma autoridade sobre nós, não estão rec onhec endo o
nosso esforç o, não elogiam nosso trabalho, tomam para si idéias nossas, c riam c onflitos desnec essários, não
c olaboram c onosc o e, ainda, negam que estejam nos c ausando qualquer infortúnio. Isso gera uma tal ira que
c hegamos a desejar golpeá- los inc onsc ientemente. Às vezes, poderemos até assumir esse desejo pelas evidênc ias
do atrito.
A
B ursite é exatamente a inf lamaç ão das bolsas responsáveis pela artic ulaç ão do ombro. Ela simboliza a
prisão interna e c onflitante do seu c oraç ão que está relac ionada a algum superior. Uma vez que os ombros são
responsáveis pelas tarefas e serviç os de nossa vida, tudo aquilo que visar o bloqueio dos movimentos em nosso
trabalho c ausará uma somatizaç ão, mostrando a amargura por não podermos desenvolver as idéias, a c riatividade e
o desempenho ideais.
A c reditar que os outros tem o poder de nos atar em nosso c aminho é ac reditar que somos mec ânic os e que
nosso c onhec imento é limitado. Se a responsabilidade de c uidar da família faz voc e se sentir ac orrentado, então
está na hora de reformular e parar de assumir responsabilidades que não são suas. Dividir o trabalho e reeduc ar os
entes do nosso c onvívio requer sabedoria, forç a de vontade, desprendimento, diálogos e fibra para, c om amor,
c oloc ar c ada um em seu devido lugar. Nós somos responsáveis pela c arga que levamos em nossas c ostas, portanto,
livre- se dela sem transtornos e rec onhec endo que só c onseguimos ajudar verdadeiramente as pessoas quando
deixamos que elas c onheç am seu potenc ial através do trabalho e c uidando de suas vidas.
P u ls os
- É sinônimo de frustraç ão porque, no momento em que voc e mais prec isou provar os seus
c onhec imentos, não c onseguiu manejar satisfatoriamente as suas experiênc ias. Quando a pessoa ac redita que
domina o que aprendeu, mas, em determinadas situaç ões, sente- se perdida e enc urralada, os seus pulsos passam a
doer.
S a bemos que existe a síndrome dos digitadores (em informátic a), que é assoc iada ao tipo de trabalho que
exerc em. Mas, na verdade, os sintomas só ac ontec em quando estes profissionais tentam mostrar o melhor de suas
possibilidades profissionais, mesmo sem ter muita experiênc ia. Muitas vezes estas pessoas vêem a atividade que
desempenham apenas c omo um meio de sobrevivênc ia que não traduz as suas verdadeiras expec tativas para a
realizaç ão profissional. Com isso ac abam dific ultando o manejo das experiênc ias em sua mente.
S e prec isamos c amuf lar a nossa personalidade para c ausar boa impressão, seremos obrigados a arc ar c om
atitudes que não podemos sustentar por muito tempo. Os pulsos apenas avisam que prec isamos c onfiar em nossos
c onhec imentos e assumi- los, c om modéstia e efic iênc ia.
OSSOS
S im bolizam a estrutura e a formaç ão da personalidade. Quando uma pessoa resiste, rebeldemente, à
autoridade dos pais, c hefes, marido, esposa, etc ., rompe a harmonia do relac ionamento e, inc onsc ientemente,
provoc a fraturas ósseas signific ando "quebra de relac ionamentos ou da autoridade alheia".
O ssos fortes signif ic am que sua personalidade não se deixa abalar por muito tempo por c omandos externos.
Voc e sabe respeitar as ordens ou, pelo menos, c onfia em si mesmo, sabendo que não é através da rebeldia que sua
livre expressão será respeitada. O importante nesse c aso é c onseguir fazer prevalec er sua opinião harmoniosamente
e não através de atritos. Seja flexivel se for prec iso e c umpra humildemente c om as suas responsabilidades porque
é só assim que voc e saberá c onhec er os verdadeiros objetivos dos superiores. Saiba c eder e aprenda a argumentar
c om inteligênc ia. A rebeldia e a resistênc ia provam que voc e não tem c onfianç a em sua própria personalidade. Quem
se garante não se intimida e nem se rebela, mas proc ura resolver os problemas c om seus opositores pac ientemente.
S e voc e vive em ambiente onde rec ebe ordens c ontra sua vontade, proc ure verif ic ar se seu c omportamento
não está demonstrando aparênc ia de irresponsavel e fazendo c om que seus superiores "peguem no seu pé"
c onstantemente. Cuide de suas c oisas c om c arinho. Respeite o espaç o dos outros e saiba responder c almamente às
perguntas que lhe são feitas, sem ofender- se nem se alterar. Esteja sempre em paz em suas dec isões. Com c erteza
todos passarão a respeitá- lo e ac reditarão mais em seus objetivos. Não dê motivos para que as pessoas pensem o
que bem entenderem de voc e. Seja sempre sinc ero e c auteloso.
T ome dec isões por voc e mesmo e ac redite que elas serão c orretas, pois a vida nos ensina através de nossos
erros. Portanto, perc a o medo e a vergonha de errar. Quem não erra?
P r oc ure dar mais atenç ão às suas qualidades, valorize seus c onhec imentos e habitue- se a tomar dec isões
sozinho.
O s teoporose
- Osteoporose tem o mesmo signif ic ado psic ossomátic o de ossos deformados. Além disso, a
mente dessa pessoa está mostrando que perdeu seu estímulo de vida e sua agilidade para resolver seus próprios
problemas. A tensão c onstante em sua c onsc iênc ia faz de voc e uma pessoa dific il de c ompreender que a vida flui
naturalmente e que tudo está se transformando a c ada instante. Abra sua mente e amplie sua c onsc iênc ia: a vida
no Universo é extensa demais para voc e se tranc ar nos limites de suas c renç as e seus medos. Alivie essa tensão
mental e relaxe, c onfiando no melhor.
A prenda algum método de meditaç ão e relaxamento, para que voc e c onsiga soltar esses pensamentos f ixos.
F r atura
- T oda fratura mostra inf lexibilidade da personalidade, resistênc ia exagerada a "c eder" opiniões ou
c oisas materiais e se revolta c ontra alguma autoridade. É uma forma simbólic a de romper c om a autoridade de quem
o tolhia.
UNHAS
A s unhas são c asc os de proteç ão de nossos dedos e simbolizam aqueles que nos protegem (nossos pais).
Pessoas que roem unhas estão, inc onsc ientemente, querendo dizer que tem raiva de um dos pais. A rebeldia e a
mágoa que guardam no c oraç ão é tão profunda que, mesmo após a morte dos protetores, esse sentimento c ontinua
registrado em seu subc onsc iente.
N o rmalmente se diz que pessoas que roem unhas são nervosas e estão sempre inquietas: é porque estão
guardando ressentimentos profundos pela educ aç ão rec ebida e os transferem para seu c onsc iente na forma de
insatisfaç ão, ansiedade, depressão e raiva de c oisas insignific antes do seu dia- a- dia.
O simbolismo de "c omer unhas" resulta em um inc ômodo muito grande para o estômago, o que ac abará
c ausando dores que, motivadas pela ira c onstante, alimentam o estômago de agentes químic os noc ivos, mandados
pelo c érebro através de impulsos nervosos a fim de c ombater supostos inimigos no organismo, c ausados pelas
emoç ões fortes ou negativas.
U n has Encravada s
- Simboliza tensão e exc esso de preoc upaç ões c om a própria individualidade e uma
grande nec essidade de seguranç a dentro do ambiente de atuaç ão ou familiar. Indic a alguém que não quer
demonstrar fraqueza e sente raiva por não ser c ompreendido e que, apesar de fugir das emoç ões, perde- se nelas,
deixando que c heguem a extremos (é o desequilíbrio). Uma pessoa assim prec isa sentir- se apoiada e fic a nervosa
quando os outros desc onfiam de sua índole ou de suas verdadeiras intenç ões. Desc onhec endo sua própria
c apac idade, torna- se indec isa.. .tem medo de errar e não c onfia nas pessoas. Normalmente quem tem unha
enc ravada tem um dos pais, ou alguém igualmente influente, que é superprotetor.
O "medo" pode ser rec onhec ido sob várias formas: existem os medos que, por uma questão de orgulho,
esc ondemos de nós mesmos; podemos ter medo que invadam nosso espaç o pessoal; medo de darmos opinião sobre
determinado assunto e, por isto, não sermos benquistos, medo de que alguém possa interferir em nossos planos ou
modific á- los, enfim, existem tantos medos difusos em nosso dia- a- dia que, às vezes, nem c onseguimos identific álos.
O medo sec reto é uma c onstante nas pessoas c om unhas enc ravadas que estão mostrando desta forma que
prec isam se "enc olher" ou "fugir" para dentro de si mesmas c om o intuito de evitar "invasões".
U s e sua imaginaç ão para c riar o mundo que voc e deseja e tente relaxar profundamente, "soltando" os
sentimentos de desc onfianç a.
VARIZES
S i mbolizam que o f luxo dos pensamentos está prejudic ado pela revolta de estar sobrec arregado. A pessoa
que não suporta o lugar onde está, fazendo, prolongadamente, c oisas c ontra sua vontade, frustrada e irritada por
não c onseguir se realizar, bloqueia o fluxo da vida, c omo símbolo de rejeiç ão c ontra o que está vivendo. Surgem,
então, mic ro- vasos (vasinhos), varizes e até flebite. Isso mostra pensamentos perdidos, assim c omo aparentam as
veias sob a pele. Quando alguém não tem c oragem ou inic iativa de mudar a situaç ão indesejada em que vive,
normalmente c ulpa os outros por estar infeliz. Portanto, problemas nas veias também signific am ac reditar que é
obrigado a fic ar onde está, sem poder reagir.
M ulheres que não desejam mais ser donas de c asa e estão saturadas, pessoas que vivem na dependênc ia de
outras e nec essitam ser independentes, alguém que trabalha em algum lugar que já não suporta mais, ou mesmo
alguém que não c onsegue se estabilizar por mais que tente. Esses são apenas alguns exemplos do que representam
as varizes.
D eixe de sobrec arregar- se. A c arga mental é gerada pela insat isfaç ão e ingrat idão para c om as dádivas da
vida. Antes de lamentar sua situaç ão atual, pergunte- se: Como vim parar aqui? Será que não foi por falta de
vontade ou c oragem de minha parte em mudar as c oisas logo no começo?
ANÁLISE DA PELE
N ossa pele representa a proteç ão da nossa individualidade.
M anchas na Pel e
- Signif ic am que, de alguma maneira, estamos nos sentindo ameaç ados. Quando temos
dific uldade em transmitir nossos pensamentos e não c onseguimos nos fazer entender, elas aparec em no rosto e
indic am as "manchas" na nossa c omunic aç ão.
M anchas brancas nos braç o
-s Signific am c onflitos internos c om a sogra, irmãos ou c unhados, são também
um sinal de que a pessoa não se sente amada ou se sente ameaç ada por eles que poderão impor limites em seu
mundo pessoal ou em sua individualidade.
A lergia na Pel e
- Signif ic a que a pessoa está vivendo momentos de irritaç ão c om pessoas próximas e que
atrasam seu desenvolvimento pessoal e profissional. Quando ela se vê obrigada a fazer o que não gosta, persuadida
por pessoas de quem depende de alguma forma, surgirá, c om c erteza, c oc eira inc essante signific ando o desejo
inc onsc iente de "arranc ar" aquilo que inc omoda profundamente.
P a re de sent ir ameaç ado e c ontrariado. Se voc e está passando por isso é porque, de alguma forma,
proc urou. Saia dessa sem ressentimentos, pois ninguém sabe quando está "c ausando" alergia em alguém. Passe a
se expressar melhor. Seja objetivo e tire a c ulpa do seu c oraç ão. Eduque- se a não deixar que seu espaç o seja
ameaç ado. Diga, abertamente, o que o inc omoda, pois tudo pode ser falado, desde que seja c om c arinho e
determinaç ão. Analise- se e perc eba se voc e c onsegue, humildemente, mudar um pouc o mais seu jeito de falar com
as pessoas e o trato c onsigo mesmo.
V oc e mudando primeiro, as pessoas ao seu redor mudarão aos pouc os. Pare c om esse orgulho de querer que
o outro mude primeiro.
E spinhas e Furúnculo
-s Signif ic am ac reditar nas c oisas feias da vida e mostram que a pessoa guarda no
c oraç ão ac úmulos da "podridão do mundo". Sente raiva de si mesma e está sempre desc onfiada. Famílias que
educ am as c rianç as proc urando mostrar as c oisas feias da vida para que possam aprender a se c uidarem sozinhas,
provoc am espinhas e furúnc ulos, c omo manifestaç ão da "sujeira" registrada em seu subc onsc iente.
P or outro lado, também uma educ aç ão c om o intento de afastar todas as tristezas do mundo, para poupar a
c rianç a de sofrer antes da hora faz c om que ela, já adulta, não saiba suportar os problemas que advirão. Isso faz
seu mundo infantil desmoronar de uma vez e ela passa, então, a ac reditar no que é "feio". Busque a essênc ia da
vida em seu interior: lá está o verdadeiro equilíbrio que voc e proc ura. Em tudo que fazemos deve haver um meiotermo
para que os dois pólos energétic os do Universo estejam em harmonia. O que voc e vê de feio é apenas o
reflexo daquilo que voc e ac redita.
P a peira
- Mostra que a pessoa sente- se um empec ilho e que tem horror de ser c ritic ada pelos seus atos.
Não sabe c omo agir quando rec ebe uma c rític a, sente- se infeliz e alimenta uma postura de vítima.
A p r enda a ser voc e mesmo, diga o que voc e está sent indo e saia dessa posiç ão de se ac har sempre
atac ado. Levante a sua c abeç a e comece a agir sem medo de ser c ritic ado, pois se isso ac ontec e é porque voc e
permite.
S omos responsáveis pelo que estamos vivendo e jamais outras pessoas terão alguma c ulpa. Elas são apenas
instrumentos para o nosso aperfeiç oamento espiritual e c omportamental.
V e rrugas
- Simbolizam o ac úmulo de momentos de ódio, por viver c om o c oraç ão desc onf iado e sempre
atento para c om as c oisas feias do seu ambiente. Dependendo de onde estiverem as verrugas, será possivel
identific ar de onde vem a raiva e o que voc e ac ha feio ou maldoso.
S abendo analisar c orretamente, elas servirão c omo guia para as mudanç as dos seus pensamentos.
O m ais importante não é arranc ar a verruga c om algum instrumento ou remédio, mas sim entender seu
signific ado para se auto- ajudar e c orrigir seus passos. Com o seu c oraç ão livre dessas idéias velhas e feias, as
verrugas desaparec erão automatic amente. Use seu bom senso e veja se vale a pena guardar tanta banalidade que
só serve para atrapalhar a sua felic idade. Mesmo que voc e não se lembre imediatamente, saiba que em algum lugar
da sua mente fic aram depositados os pequenos ódios do passado e do presente. Elimine- os substituindo- os por
pequenos pensamentos de amor a c ada lembranç a triste. Pense positivamente, porque a vida é bonita demais para
que o ser humano a estrague c om seu ego ferido.
R ugas
- Simbolizam as marc as da vida. Cada linha tem sua história na mente de quem as c ria. Por exemplo:
quanto mais ac hamos a vida c ansativa, mais linhas aparec erão no rosto e quanto mais vemos o mundo envelhec er,
mais envelhec emos.
P a ra não termos rugas é nec essário primeiro ac reditar que a paz de espírito é responsavel pela beleza da
alma e do c orpo.
A c redite na eterna juventude de sua pele e saiba que c ada pensamento de tristeza e ódio ref let irá em sua
fac e, somatizando linhas.
N ã o basta amar a tudo, é prec iso também não enxergar os problemas da vida c omo uma tragédia. Não
supervalorize os ac ontec imentos, porque é a nossa maneira de ac reditar neles que dá vida aos problemas. O que
para uns é terrivel, para outros é apenas normal. Nós vemos as situaç ões c onforme as imagens que c riamos em
nosso mundo interno: um mesmo problema é visto sob várias formas por pessoas diferentes, pois também as suas
experiênc ias são diferentes.
EVOLUÇÃO
N ão é nec essário que voc e ac redite em reenc arnaç ão, pois seja qual for a sua c renç a, ela depende mesmo é
de sua postura positiva diante de todos os ac ontec imentos da vida. Saiba que os orientais estudam fenômenos
espirituais e materiais do mundo de uma forma que c orresponde às explic aç ões psic ológic as, fisic as, astronômic as,
matemátic as, etc ., e que leva a sérias desc obertas c ientífic as. O que eu realmente quero dizer c om isto é que ser
feliz independe de qual seja a nossa religião ou c renç a: o mais importante é saber que existe uma lei de "c ausa e
efeito", pesquisada e c omprovada universalmente. Para sermos felizes, teremos de busc ar a tranquilidade da alma,
perante qualquer situaç ão em que possamos nos enc ontrar.
A f ilosof ia oriental af irma que a nec essidade reenc arnatória faz c om que esc olhamos a família que nos
auxiliará em nossa evoluç ão. A esc olha é feita pela vibraç ão de nossa alma, pois a energia dos semelhantes
enc ontra- se por todo o Universo. Portanto, se voc e nasc eu c om deformidades c ausadas pelo tipo de c onduta de
seus pais e antepassados é porque dec idiu vir por eles e jamais alguém terá c ulpa pelos seus problemas. Agradeç a a
seus pais, onde quer que eles estejam, porque lhe deram a oportunidade que voc e pediu para sua desintegraç ão
c ármic a.
A felic idade existe sempre e em qualquer lugar. É c omo as árvores frutíferas que estão em toda parte. É só
c olher a fruta desejada. T emos infinitos motivos para nos alegrarmos e gozarmos a vida, mas estamos sempre
proc urando ansiosamente obter o que ainda não aprendemos a c onquistar.
MÚSCULOS
S e estiverem f lác idos, é devido a pensamentos também frac os e sem expressão.
O s músc ulos f lác idos são sintomat izados por pessoas ac omodadas e lentas para agir e pensar, as quais
fazem c om que o subc onsc iente generalize um c omportamento que refletirá no c orpo a mesma c onduta mental.
Nossa mente oc ulta, ou seja, nosso subc onsc iente, c apta as informaç ões do c onsc iente de uma forma objetiva e
não possui c apac idade de interpretaç ão. Simplesmente, registra o que pensamos, de maneira fiel. Assim, todos os
órgãos e músc ulos involuntários são regidos por essa mente interna e passam a reagir c onforme a ordem enviada ao
subc onsc iente.
S e os seus músc ulos estiverem extremamente rígidos, simbolizam tensão e medo de soltar- se. Signif ic am,
também, inflexibilidade c onsigo ou c om outras pessoas. Se os músculos doem sem que voc e tenha feito exerc íc ios
físic os, eles estão apenas "mostrando", em alguma parte do seu c orpo, que suas atitudes e pensamentos não
c orrespondem aos seus verdadeiros anseios, ou seja, que voc e deve estar sentindo- se c oagido de alguma forma;
que deve estar se c ontrariando devido a alguma pressão psic ológic a de alguém ou de alguma situaç ão; que deve
estar fazendo ou o que não gosta, ou o que gosta, mas da maneira que não deseja.
M úsculo do Pescoç o
- Dor no pesc oç o simboliza a inf lexibilidade dos seus pensamentos e a dif ic uldade de
relaxar em relaç ão às c obranç as alheias e mesmo à autoc obranç a.
A p essoa que não quer deixar de ter opiniões rígidas e rec usa- se duramente a mudar seus hábitos, vai
ganhar um pesc oç o duro, igual à sua c abeç a. Pessoas perfec c ionistas normalmente tem muitos torc ic olos.
M uitas vezes, as pessoas que ac ordam c om o pesc oç o doendo e nem c onseguem girar a c abeç a para o lado,
rec lamam: "Dormi de mal jeito, por isso estou assim". Ac ontec e que isto são apenas justific ativas e não explic aç ões
reais para as dores.
S e voc e estiver c om dor no pesc oç o ou c om torc ic olo, pare e pense um pouc o. Analise seus últimos atos ou
pensamentos c ontra algo ou c ontra alguém. Lembre- se de algum episódio durante o seu dia de ontem ou de
anteontem. Será que voc e não está sendo teimoso c om alguém ou c om alguma idéia fixa. Será que voc e não está
sendo insistente demais em querer que determinada pessoa pare de agir daquele jeito que tanto desagrada voc e?
C ãibras
- Signif ic am tensões e medo de soltar- se e traduzem uma nec essidade de querer manter os próprios
direitos, nem que seja através de atritos. Se voc e tem c ãibras fique atento pois provavelmente alguém que tem
c erta autoridade ou domínio sobre voc e está tentando c ontrolar sua vida ou seus negóc ios. Daí é que ac ontec e
essa c ontraç ão musc ular, o que mostra o quanto voc e está tenso e na defensiva.
A s c ãibras são uma inseguranç a em progredir mais, por pensar que não c onseguirá usar sua experiênc ia para
isso. A tensão e medo de prosseguir é que travam voc e realmente. Abandone esse medo de mudanç as ou de
renúnc ias. Relaxe sua mente e seu c orpo também estará solto.
OBESIDADE
A gordura é o c asulo que a pessoa c ria, inc onsc ientemente, para se proteger e se esc onder dos problemas
externos.
P e ssoas muito sensíveis, que se deixam magoar c om fac ilidade, busc am se proteger atrás da gordura, que
representam a maciez de um abraç o.
M uitas vezes a gordura é uma forma c onvenientemente usada para se c onseguirem c ertos benef íc ios, c omo
atrair a c ompaixão de outras pessoas, deixar de trabalhar naquilo que não gosta, esc apar de c ertas obrigaç ões que
limitam sua liberdade e até mesmo testar o amor e a fidelidade do c ônjuge. Mais uma vez vemos que o perigo está
em nossa mente, não no mundo em que vivemos, e nem nos alimentos que comemos.
F a ç a um "regime" nos seus pensamentos e limpe toda essa amargura. Viva tranquilamente e sem se sentir
ameaç ado. Ame profundamente a todos e voc e perc eberá que, c omo resposta, rec eberá mais amor dos outros. Saia
já desse c asulo e partic ipe ativamente do mundo, de peito aberto e ac reditando que voc e está sendo protegido
pelas mãos do Grande Pai.
P are de guardar mágoas e ressent imentos. Chega de disc ut ir gratuitamente c om as pessoas, pois c ada uma
delas luta pelas suas razões e voc e pode sair machuc ado. Apenas aja c om doc ilidade e poder e não deixe que as
diferenç as de vida e opiniões o aflijam.
Quanto mais voce "engolir" e guardar mágoas, mas seu corpo engordará.
P ara voc e superar def init ivamente essa dif ic uldade de emagrec er terá de c ompreender que toda expec tat iva
gera frustraç ão. Por isto não fique esperando ac ontec er o que voc e deseja, nem queira que as pessoas sejam como
voc e ou lhe dêem aquilo que tanto voc e almeja. Saia já dessa postura de vítima e perc eba o tamanho do seu
próprio poder. Ninguém é responsavel pelas suas fraquezas ou frac assos. T udo depende exc lusivamente da sua
postura diante da vida e dos ac ontec imentos. Passe a agir c omo adulto e mostre seus verdadeiros interesses a
quem é importante para voc e.
C hega de arrumar pretextos pois isto só vem provar que voc e está realmente tendo alguma c onveniênc ia em
ser gordo. E, definitivamente, tente c ompreender que quando nos magoamos c om algo é porque estamos sendo
egoistas em querer que tudo seja do nosso jeito. Liberte- se dessa tendênc ia e ac eite as pessoas c omo elas são.
E x perimente a nova sensaç ão de viver livre de suas próprias c obranç as. Experimente a sat isfaç ão de poder
dizer o que gosta e sente e tente eliminar, c ompletamente, a raiz do "tem de ser assim". Nada "tem de ser assim".
Deixe apenas que as c oisas fluam naturalmente e faç a sempre o que seu c oraç ão mandar. Respeite- se ac ima de
tudo pois ninguém deve menosprezar- se. Assuma- se c omo filho de Deus e, automatic amente, seus pensamentos se
tornarão nobres e saudáveis.
TIREÓIDE INCHADA
I s so oc orre quando uma pessoa possui c oraç ão insat isfeito, at itude mental rebelde, rec usa os c onselhos do
marido ou de alguém que exerc e grande poder sobre ela. É um reflexo da desarmonia no c oraç ão.
A exaltaç ão dos sent imentos exerc e grande inf luênc ia sobre a sec reç ão hormonal da t ireóide.
E xistem mulheres que, por f ic arem remoendo- se c om c iumes do marido, ou depois de terem brigado c om ele,
passam, repentina ou gradativamente, a ter uma "inc haç ão" no pesc oç o e a sofrer da moléstia de Basedow (além do
pesc oç o inc har os olhos fic am salientes e a frequênc ia c ardíac a aumenta demasiadamente, mesmo estando em
repouso).
S e v oc e est iver sofrendo desse mal, saiba que a sua dependênc ia está sendo extrapolada e o seu
autoc onhec imento ignorado. Deixe de esperar que os outros sempre a sirvam. As pessoas não tem obrigaç ão de
c ompreendê- la ou de satisfazer os seus desejos. Solte- se para as mudanç as da vida e saia dessa postura de
vítima. Rec onheç a que é desnec essário voc e viver pedindo amor aos outros. Admita que é voc e mesma quem está
se desamando e que, por isso, voc e faz refletir nas pessoas mais íntimas a impressão de que a estão rejeitando.
SANGUE
S imboliza a saida ou perda da alegria.
S angue é o f luxo da vida e representa a alegria, que gera felic idade.
S e voc e vive c ontrariado e não sente alegria pelas c oisas que faz, poderá ter problemas de sangramento nas
gengivas.
T o m e c uidado ao analisar sua vida. Às vezes pensamos que estamos vivendo normalmente e, por
ac omodaç ão, não perc ebemos que estamos mesmo é c arentes de alegrias.
P e ssoas que se anulam para c ontornar determinadas situaç ões e deixam de fazer o que gostam, só porque
de alguma forma lhes foram impostos outros valores, estão deixando a alegria da vida se desvanec er. O símbolo
disso tudo será então uma hemorragia loc alizada ou generalizada. Enquanto voc e ac har que todos os dias são
iguais, a alegria não voltará.
P are de dramat izar sua vida e dê aos problemas a dimensão exata que eles tem, sem supervalorizá- los. Saiba
entender, de forma positiva, o que eles representam em seu c aminho e faç a deles um instrumento para aprender a
c orrigir suas falhas de c omportamento.
T udo que nos ac ontec e, nós mesmo c riamos e atraímos de alguma forma. Admita e amadureç a sua maneira
de pensar.
A nemia
- Para tudo na vida há um porém: há pessoas que não c onseguem aproveitar os bons momentos de
sua existênc ia porque vivem temerosos; há os que ac abam fic ando sem alegria no c oraç ão porque não sentem
prazer em mais nada; há ainda aquelas que se sentem subestimadas pelos outros, e outras, ainda, que ac reditam
que há c ertos limites na vida e perdem a vontade de se amar.
S e , em sua educ aç ão, nunc a o valorizaram nem inc entivaram ou elogiaram, então dê c hanc es às outras
pessoas para que notem suas qualidades, já que voc e mesmo ac ha que não as nota e prec isa do rec onhec imento
alheio. Intimamente, voc e sabe que tem, mas prec isa ouvir isso de alguém.
S e formos pessoas c heias de sentimentalismo e, c onservarmos sempre a postura de vítima, o c érebro
ordenará que nossa c orrente sanguínea dependa de agentes externos para que possa c ontinuar o trajeto pelo
c orpo. Perc eba que essa situaç ão pode ser exatamente semelhante ao c omportamento que voc e está tendo em
relaç ão a c ertas pessoas e à vida. Voc e não quer admitir, mas está sempre prec isando ser rec onhec ido, admirado,
inc entivado e pretende até ser o c entro das atenç ões (mesmo dentro dessa sua modéstia). Rec onhec er e assumir
os próprios valores é realmente muito dific il porque nosso ego se "alimenta" de influênc ias externas. T odavia saiba
que não prec isamos de nada que venha de fora. Isso é uma ilusão. No momento em que voc e sentir seguranç a pelo
que voc e é, tudo começará a se transformar em seu c aminho.
N inguem gosta de gente que vive rec lamando da vida e c heio de doenç as. Na verdade, todos proc uram estar
ao lado de quem ac redita no melhor e tem vontade e energia para gostar de si mesmo.. .e dos outros. Essa sua
atitude de pessoa "frac a por natureza" só fará c om que os outros tenham dó de voc e e dó não é amor, é raiva
disfarç ada!
MAL-ESTAR EM GERAL
D o r e s, gripes, resfriados, etc , tem seu signif ic ado e eles são, apenas, manifestaç ões de uma c erta
resistênc ia e rebeldia da pessoa c ontra alguma situaç ão.
S i mboliza falta de amparo. A pessoa se sente só, não c onsegue resolver problemas emoc ionais e c ulpa- se,
inc onsc ientemente.
Q u a lquer pessoa pode ter sent imento de c ulpa e ele pode ser c ausado até pelas c oisas mais simples.
Normalmente esse sentimento está oc ulto em nosso interior sob formas muito disfarç adas. A c ulpa só poderá ser
eliminada do c oraç ão se for c ompreendida, se ac eitarmos o fato de que ela existe erroneamente e se c onhec emos a
verdade de que ninguém prec isa arc ar c om as responsabilidades que são dos outros. Devemos saber delegar
responsabilidades no lar, no trabalho, nos estudos de grupo e não assumir tudo, para não nos sobrec arregar.
A dor vem mostrar que algo está errado em sua vida e que voc e está se sentindo limitado para agir em seu
próprio benefíc io.
Q u ando uma pessoa está sobrec arregada de serviç os e responsabilidades, c ontrariando seu bem estar e
prejudic ando seu amor próprio, seu inc onsc iente atuará, "avisando- a" que está na hora de refletir e fazer
mudanç as.
E n f im, várias são as razões para sent irmos dores de c abeç a, dores nos ossos, nos dentes, etc . Pare de
justific ar tudo. É desnec essário que voc e explique aos outros os porquês das suas atitudes ou que justifique a
demora em tomar dec isões. Respeite- se e todos também o respeitarão. Ac eite- se da maneira que voc e é hoje e
saiba que, a c ada dia, poderá melhorar em todos os sentidos. Não tente c olher frutos que ainda não amudec eram.
T enha mais pac iênc ia e respeite o tempo.
G r ipes & Resfriado s
- As pessoas que f ic am resfriadas ou gripadas c om fac ilidade mostram sua revolta
c ontra pensamentos c ontrários aos delas. Também mostram que muita c oisa está ac ontec endo ao mesmo tempo em
seu ambiente, fazendo c om que "não tenham tempo" para si mesmas. Quando voc e se atola de c ompromissos que
inibem seu jeito real de viver e deixa de lado o seu lazer para "trabalhar por nec essidade", voc e ac aba
desorganizando inc onsc ientemente na sua c abeç a (simbolic amente, signific ando c ongestionamento de oc upaç ões)
que vai fazer voc e fic ar doente para obrigá- la a parar um pouc o e voltar a se oc upar c onsigo mesmo. Esse, na
verdade, é um desejo c onsc iente, mas que, devido à situaç ão, não pode ser revelado. Então, sua mente
"providenc ia" um mal- estar para que voc e tenha uma desc ulpa e possa fugir daquele "inferno", "sem c arregar c ulpa".
G ripe é, basic amente, uma c onc epç ão de inf luênc ias externas que voc e rejeita na mente.
A proveite a gripe para ref letir e fazer mudanç as em seu c omportamento. Ninguém é obrigado a fazer o que
não quer, nem a assumir sozinho uma situaç ão. Reaja, c om amor, sobre momentos desenc adeadores desse c aos
interno.. .e a doenç a desaparec erá! Duvide dos c ostumes antigos c uja c renç a, generaliza, é que a gripe e o
resfriado são provoc ados pelo c lima, pelo "c hão frio", pelo "golpe de ar gelado", pelo exc esso de sorvete, etc . Os
próprios psic analistas já admitem que tudo são somatizaç ões. Portanto, quem ainda não ac redita nisso é porque
mantém, enraizado em seu subc onsc iente, as instruç ões negativas da própria educ aç ão.
O inc onsc iente se enc arrega de c riar o tipo de doenç a que c oinc ida c om o tipo de trabalho da pessoa, ou
aproveita uma situaç ão apropriada para que a c renç a do indivíduo faç a sentido.
E s tamos nos familiarizando, c ada vez mais, c om a mente interior e logo nosso c érebro se adaptará c om o
modo c orreto de pensar. Realmente é dific il transmitir esse tipo de informaç ão para as mentes que preferem se
ac omodar no passado. Ainda existem pouc os livr o qsue af irmam, c om absoluta c onvic ç ão, que a doenç a é apenas
uma ilusão da mente c om o sentido de despertar a c onsc iênc ia do indivíduo, mas, c om c erteza, ainda serão
divulgadas novas desc obertas ac erc a da c ura das doenç as pela terapia psic ossomátic a.
F a diga
- Mostra a falta de c arinho e amor pelo que estamos fazendo. Quando trabalhamos c om amor e
satisfaç ão, não nos sentimos c ansados. A energia de nosso c orpo não deriva somente de fontes alimentares, mas
deriva também da vontade do c oraç ão. Se voc e está fatigado é porque não quer mais fazer o que está fazendo ou
do jeito que está sendo obrigado a fazer e preferiria estar c uidando de outra c oisa. Pense no que voc e mais gosta
de fazer. Com c erteza faria o dobro e não se c ansaria a ponto de se fatigar. Não é? Enquanto voc e estiver
resistindo, as suas forç as serão propositadamente limitadas até que voc e tenha que parar, preferivelmente por
ordem médic a, pois assim voc e mesmo não prec isará sentir c ulpa por abandonar o que estava fazendo.
I n sônia
- É sintoma de uma preoc upaç ão exagerada c om o amanhã, é o medo de estar errado em algo e a
inc erteza de que, de uma forma ou de outra, tudo se resolverá.
C u idado c om o c ongest ionamento de novas idéias, que at iva demais sua ansiedade, aumentando o f luxo
sanguíneo no c érebro e provoc ando a insônia.
D e ixe para trás o dia que passou, sinta que o amanhã será tranquilo e que tudo ac ontec erá da melhor
maneira, em todos os sentidos. Se voc e insistir em tentar resolver seus problemas durante a noite, além de
c onseguir uma insônia angustiante, vai bloquear também a sua intuiç ão - que só func iona através da tranquilidade.
Se for prec iso, tome um banho quente, que fará seus vasos sanguíneos entrarem em um proc esso de vasodilataç ão
que, c onsequentemente, o levará a uma agradavel sensaç ão de relaxamento.
P re s s ão Alt a
- É sinal de problemas emoc ionais guardados e não resolvidos. Indic a uma pessoa
extremamente preoc upada em não perder, que remoe detalhes e sofre por não ac eitar determinadas situaç ões.
L i berte- se de lembranç as desagradáveis e relaxe deixando o tempo resolver essa situaç ão para voc e. Deixe
de limitar seus pensamentos a um fato determinado e de c analizar as suas forç as negativas porque elas podem
destrui- lo muito antes de voc e perc eber. Alivie seu c oraç ão desapegando- se daquilo que o inc omoda. Liberte- se do
medo do futuro, pois muitas vezes tememos e sofremos antec ipadamente por fatos que nunc a ac ontec erão.
U se téc nic as de respiraç ão e "solte" os problemas. Com c erteza eles irão se resolver, c om ou sem voc e. Dirija
sua mente para outros assuntos e viva plenamente.
P ressão Baixa
- É sentir- se c arente e c om inc ertezas. Repare em quantas vezes voc e foi pessimista no dia
de hoje. O sentimento de frustraç ão destrói o seu ânimo e, assim, parec e que lhe falta o essenc ial na vida. Proc ure
ver todos os lados da questão e perc eba que voc e está c obrando um amor que pensa não ter. A sua expec tativa
em relaç ão às pessoas faz c om que voc e seja frac o no momento de tomar dec isões. Devemos aprender que é inutil
esperar algo de alguém; prec isamos rec onhec er e agradec er as pequenas c oisas que nos são oferec idas.
E nquanto voc e se sent ir desamado, nenhuma pessoa será perfeita para voc e pois a experc tat iva é sua e não
de quem vive ao seu lado.
F ortaleç a sua personalidade c om c onhec imentos de psic ologia e voc e verá quanto tempo está perdendo c om
essa postura de vítima.
O sent imento de posse traz infelic idade, intrigas e, c onsequentemente, pressão baixa para "atrair" amor de
outra forma que não seja através da c obranç a explíc ita.
F elic idade se c onquista! Portanto é inutil tentar atrair amor fazendo- se dependente dele, pois, o máximo que
voc e c onseguirá c om isto será transtornar a vida da pessoa a quem voc e ama de uma tal forma, que fic ará sem
saber se o sentimento dele por voc e é amor ou dó.
F ebre
- Simboliza, nitidamente, o "atrito" c om pessoas próximas. Experimente esfregar as mãos c om forç a e
persistênc ia: voc e sentirá que o atrito entre elas provoc ará c alor intenso.
O termo: "ferver de raiva" traduz, perfeitamente, o signif ic ado da febre. Quando a raiva é intensa, não é
desabafada ou soluc ionada, surge a febre, ou até ac identes c om fogo, uma vez que o inc onsc iente traduz, ao pé
da letra, nossos sentimentos. Se analisarmos, por exemplo, uma queimadura na pele, será fac il identific ar o alvo da
raiva, pois c ada parte do c orpo simboliza uma emoção ou uma situaç ão espec ífic a.
A febre na c rianç a revela a existênc ia de atrito entre os pais, ainda que eles não demonstrem o que estão
sentindo. Este reflexo é possivel porque os inc onsc ientes se c omunicam: se um dos c ônjuges guarda raiva e
ressentimento c ontra o outro, um dos filhos sofrerá as c onsequênc ias.
M e do
- Se voc e é uma pessoa c heia de dúvidas, indec isões ou demora para tomar uma atitude, sob o
pretexto de que é apenas c auteloso, saiba que seu c oraç ão está c heio de "medos".
D e terminadas pessoas querem sempre mostrar que não tem medo de nada e, mesmo que alguma c oisa as
aflija, "engolem" aquele mal c om um "pouquinho" de tempero: dizem que podem resolver tudo. Seu orgulho é tão
grande que tem medo de dizer que estão c om "medo" de resolver sozinhas tal situaç ão.
A dmitir medo não signif ic a inc apac idade para soluc ionar determinados problemas.
S e ja despretensioso e saiba que o mundo não vai desabar sobre sua c abeç a se voc e soltar os problemas.
Pense bem: será que voc e teme soltá- los porque tem medo de perder alguém? Ou voc e teme perder o seu prestígio,
os negóc ios, os amigos, os amores?
Q uem gosta de voc e realmente, gosta pelo que voc e é, pelo que voc e faz, ou pelo que voc e tem? Desc ubra
o verdadeiro sentimento que as pessoas tem por voc e. Na verdade, nem elas saberiam c omo agiriam c aso voc e
parasse de garantir o que é delas, sejam serviç os, favores, promessas, dívidas ou até c hantagens.
MAMAS OU SEIOS
Q uando uma mulher nutre em seu c oraç ão sentimentos de revolta c ontra o pai ou marido, seus seios passam
a ter problemas. Nódulos, mastite ou tumores nos seios signific am desc ontentamento ou ressentimento profundo em
relaç ão às pessoas que desempenha o papel simbólic o de pai, tais c omo marido, sogros, c unhados, amantes, etc .
S e uma mulher está c om insuf ic iênc ia de leite materno, isso simboliza a falta de c onsideraç ão para c om o pai
ou para com o marido.
Q u ando a mulher sente dores ou pontadas nos seios isto signif ic a que ela está muito irritada c om alguém
próximo ou ainda que está tentando c ontrolar a vida de alguém. Normalmente as mulheres possessivas passam a ter
problemas nos seios - que simbolizam doaç ão e fluxo livre da vida. Estes problemas oc orrem também se a mulher
tiver c omportamento de domínio sobre a pessoa amada, tirando- lhe a liberdade ou impondo- lhe suas opiniões, e
aparec em princ ipalmente quando a pessoa dominada começa a reagir ao c omportamento da mulher.
Q u a n do nossas expec tat ivas em relaç ão às pessoas são muito altas, ac abamos nos sent indo seres
desprezados e desvalorizados, pois não é sempre que os outros entendem que nec essitamos de alguns elogios para
nos dar forç as. Isso faz c om que nossos sentimentos em relaç ão a estas pessoas entrem em c onflito e c om que nós
mesmos nos sintamos abandonados e revoltados.
CORAÇÃO
É o órgão que representa sent imentos de perda.
Q uando uma pessoa permite que os problemas a afetem emoc ionalmente, as suas preoc upaç ões c om relaç ão
ao futuro aumentam e seu c oraç ão padec e fisic amente. A insufic iênc ia da válvula mitral, por exemplo, signific a que
a pessoa, que ac ha que está sendo lesada, nutre sentimentos de vinganç a c ontra alguém próximo.
O m edo de ver seus bens materiais diminuirem ou serem roubados; arrastar por muito tempo problemas
emocionais; a falta de alegria de viver e o sentimento de ter o c oraç ão "apertado" de tanto sofrimento também
c onduzem a vários problemas c ardíac os.
N ormalmente as pessoas c ardíac as são autoritárias, não admitem erros e tem um c omportamento inf lexivel,
sofrem do mioc árdio, que enrijec e. Mesmo que, julgando as aparênc ias, voc e afirme que não é inflexivel, faç a uma
reflexão sinc era e responda a si mesmo: quantas vezes voc e teima, inc ansavelmente, por uma c ausa? Quantas
vezes voc e não dorme direito só em pensar que podem estar passando- o para trás em alguma questão?
S e estas são as suas at itudes mais c omuns e voc e ainda não é c ardíac o, pare imediatamente de temer
"perdas".
D e ixe de ser "turrão" c om os outros e c onsigo mesmo e exija menos da vida. Deixe que ela ac onteç a sem
pressioná- la. Ac alme- se! Equilibre suas emoç ões e desc ubra o prazer de viver sem tensõ e s .
A rrependa- se humildemente de ter alimentado sent imentos de vinganç a c ontra alguém e perdoe do fundo do
seu c oraç ão! Só, então, voc e estará livre de qualquer problema c ardíac o.
INTESTINOS
R e presentam a eliminaç ão f inal de substânc ias desnec essárias ao organismo. Por analogia, se um indivíduo
está "segurando" em sua mente algo do passado, resistindo em não permitir que c oisas e fatos novos entrem em
sua vida e se inc omoda c om idéias de mudanç as em seu espaç o, o inc onsc iente lhe mostrará, através de um
instestino preso (intestino que "segura") que as c oisas velhas devem ser eliminadas de seu c oraç ão.
P reste mais atenç ão em sua c onduta. Veja o que voc e está "prendendo" em sua mente, c om medo de soltar.
E por quê?
V oc e pretende passar a vida toda tomando remédios e sofrendo c om dores e gases desagradáveis?
L i b erte- se das "c oisas" velhas que existem em sua mente! Faç a o mesmo em sua c asa, em seu guardaroupas
e em sua mesa do esc ritório: desfaç a- se de tudo aquilo que não tem mais utilidade para voc e. Deixe a
teimosia de lado e permita que seu mundo seja invadido por c oisas novas. A vida deve estar sempre em c onstante
renovaç ão pois a mente que ac redita já saber de tudo ou que não prec isa mudar nada, ac omoda- se e sofre as
c onsequênc ias do "pensar pequeno".
L a rgue a sua teimosia. T ente ac har soluç ões para os problemas através da f lexibilidade de opiniões. Assim
libertará sua mente desse c írc ulo vic ioso dentro do qual voc e, às vezes, nem perc ebe que vive. Deixe de ser uma
pessoa c ontroladora! Afaste esse ímpeto de c ontrolar os outros!
H emorróida s
- Estão estreitamente ligadas à resistênc ia mental.
A parec em mais frequentemente em pessoas de temperamento irrasc ivel, implic ante e normalmente naquelas
que rec lamam da c omida.
O que faz c om que as hemorróidas se saturem e se rompam são os sent imentos de opressão frente aos
fatos, a sensaç ão de fazer c oisas que o desagradam, a falta de vontade de querer deixar que as c oisas ac onteçam
de forma natural e medo de "soltar" da mente c ertos fatos do passado. Então, quando oc orrem problemas nas
hemorróidas, o inc onsc iente está querendo mostrar à pessoa que ela está resistindo a algo e tem medo.
L ivre- se de tudo que não seja amor e ac redite que a vida lhe oferec e todo o tempo do mundo para que voc e
possa realizar as c oisas a seu modo.
A c eite o c urso normal da vida e de seus ac ontec imentos e proc ure resolver seus problemas sem reprimir suas
vontades e esc ondendo suas c ontrariedades.
ÚTERO
S imboliza a c riatividade e o relac ionamento c onjugal.
Q uando uma mulher é dependente de alguém que a tolhe em sua c riat ividade e é obrigada a deixar de fazer o
que gosta, e do jeito que gosta, seu útero reage c om dores, atraso menstrual, etc . Se ela vive alimentando
sentimentos de mágoa c ontra o marido e vive "engolindo" os "nós" da garganta para manter seu relac ionamento,
adquirirá nódulos e c istos nos ovários e no útero. Quando o c asal vive em desarmonia e a mulher se anula para
"alc anç ar" o marido, podem aparec er, além de nódulos, dores, c istos e infec ç ões difíc eis de se c urar. A mulher pode
transformar o sentimento de raiva pelo parc eiro, ou a sensaç ão de ser usada por ele, em vaginite e até em doenç as
venéreas, dependendo do seu grau de ressentimento ou da falta de amor próprio.
M á goas arrastadas por muito tempo, pelo fato de ela ter sido traída ou abandonada, provoc am c ânc er
uterino c omo autopuniç ão ou vinganç a c ontra o marido. O c ânc er uterino também pode se formar a partir de um
sentimento de impotênc ia e anulaç ão que a mulher c arregou durante anos de sua vida.
O a traso menstrual, por sua vez, signif ic a que a mulher está negando, de alguma forma, sua própria
feminilidade. Por exemplo, c om medo de se entregar ao amor, arruma desc ulpas: exc esso de trabalho, prec onc eitos
e até doenç as. Isso faz c om que seu fluxo menstrual seja bloqueado, simbolizando o "não permitir- se ser mulher".
N ão seja antinatural. Lembre- se que a natureza c riou o homem e a mulher para viverem em perfeita harmonia
e não para c ompetirem entre si. A rec usa exagerada da união não passa de orgulho e jogo de disputa inc onsc iente.
Analise seus sentimentos e ac eite seus verdadeiros desejos, sem rec usar o que realmente voc e quer.
U se sua c riat ividade para melhorar sua c asa, seu trabalho, suas f inanç as e tudo que sent ir nec essidade de
mudar. Quanto mais voc e c riar, mais seu útero c orresponderá positivamente, pois ele é o símbolo da c riaç ão e não
deve ser limitado.
B u sque uma maneira diferente de se harmonizar c om seu parc eiro. Se voc e ac ha que ainda o ama e quer
viver ao lado dele, então perdoe- o e pare de se fazer de vítima. Para que nutrir sentimentos de raiva e mágoa pela
pessoa c om quem voc e quer c ontinuar a ser c asada ou ser namorada? Mas se voc e não o ama mais, por que está
c om ele? Para se vingar? Ou porque não tem c oragem de recomeçar a vida em outro lugar?
S aiba que, pela medic ina c hinesa, quando alguém provoc a c ânc er em qualquer parte do c orpo isto signif ic a
vinganç a, raiva e o desejo de c riar uma situaç ão c omplic ada dentro do lar, onde aquele que a fez sofrer estará
sentindo- se preso e obrigado a dedic ar uma atenç ão que antes negava.
O nosso subc onsc iente é objet ivo e manifesta doenç as de ac ordo c om nossos pensamentos e c onduta. Sua
linguagem deve ser respeitada, pois ele c onstantemente nos aponta onde estamos errando na c onstruç ão do nosso
destino.
ÓRGÃOS SEXUAIS
S i mboliza o relac ionamento amoroso. Se seu c oraç ão estiver c heio de desc onf ianç as de traiç ão; se nutrir
raiva do c ompanheiro pelo fato de ele estar dando maior atenç ão aos negóc ios do que a voc e, se sentir vontade de
traí- lo para vingar seu orgulho ferido ou devido à c arênc ia afetiva que ele lhe provoc a, c ertamente c onseguirá
somatizar inflamaç ões dolorosas c omo prova de sua insatisfaç ão.
M uitos c asos de vaginite oc orrem simplesmente pelo fato de a mulher estar c om muita raiva do c ônjuge (ou
namorado) por que ele está sempre "distante". Essa inflamaç ão não oc orre nec essariamente após pratic ar o ato
sexual.
O s meios de c omunic aç ão são os maiores responsáveis pela desc renç a na f idelidade, pois através de novelas,
filmes e notic iários é provoc ado um c erto desenc anto, princ ipalmente nas mentes das mulheres. As jogadas
sensac ionalistas são muitas vezes fabric adas de uma forma distorc ida, para aguç ar a fantasia do ego, que prec isa
de sensaç ões fortes para se satisfazer. Com isso as mulheres dão asas à sua imaginaç ão, transferindo todos os
"problemas" da televisão para o seu próprio mundo e c ausam disc ussões dentro de c asa, uma vez que o medo e
c onflito c omeç aram a dominar seus pensamentos. Mesmo sabendo que os "problemas" existem apenas no roteiro da
novela, o ser humano diariamente é influenc iado pelas informaç ões que penetram em seu subc onsc iente e passam a
fazer parte de sua realidade. É assim que, c oletivamente, as pessoas vão se tornando negativistas e assustadas
c om o mundo e vão gerando c ada vez mais desc onfianç as e fatalmente ac abam se afastando do verdadeiro amor.
P róstata
- Representa a masc ulinidade.
O homem que sente que sexualmente não é mais importante para a mulher e não rec ebe qualquer elogio
sobre sua masc ulinidade, passa a ter medo de não agradar mais. É envolvido por um sentimento de c ulpa e sentese
pressionado a desistir.
Q ua n d o o homem vive um relac ionamento c onjugal em c onstante c onf lito e a mulher tenta ser
c ompletamente independente, seu inc onsc iente o "avisa" que sua virilidade está em jogo.
P r oblemas na próstata simbolizam revolta c ontra as mulheres, ou c ontra uma determinada mulher. O c ânc er
na próstata é c hegar ao extremo do desespero da auto- afirmaç ão e "vinganç a" por estar sendo humilhado e
magoado pela mulher.
O homem nec essita de uma mulher que o c ompreenda e o inc entive sempre, c aso c ontrário passará a se
deixar levar pela c renç a de que, ao avanç ar da idade, diminuirá sua potênc ia sexual.
L ivre- se da dependênc ia de prec isar ouvir que voc e é bom e ac redite, por si só, nessa realidade.
P e r doe as mulheres e tente c ompreender mais as nec essidades de solidão e independênc ia que elas, às
vezes, reivindicam.
H armonize- se no seu relac ionamento e proc ure ser c omplac ente. O diálogo sinc ero resolve todas as questões
emocionais. Diga o que voc e está sentindo e esqueç a o orgulho. Se não c onseguir, não fique irritado, pois existe
uma saida para tudo. Deixe de esperar tanto retorno de quem voc e ama. A expec tativa só traz ansiedade e
c onsequentemente frustraç ões e sofrimento.
V o lte- se para o seu autoc onhec imento e desc ubra toda a sua grandeza. Independa dos sent imentos dos
outros e sinta a alegria de viver, livre das auto- c obranç as e dos prec onc eitos. Busque a alegria da vida em outros
setores do seu c otidiano e destrua essa idéia fixa de revolta e sentimento de "fera ferida".
PULMÕES
S imboliza a ansiedade (ânsia) de viver, bem c omo um espírito de c rític a, agressão e repulsa. . .
A p essoa que está sofrendo c om problemas nos pulmões demonstra que seu mot ivo maior da vida está
bloqueado e que sua luta está sendo em vão. Vê seu c astelo desmoronar e, c omo ela está c ansada de sustentar o
peso da amargura, sua respiraç ão torna- se ofegante.
P n eumonia
- Signif ic a desespero sec reto, mágoa profunda e falta de c oragem para c ontinuar. Quem tem
este problema sente- se c ansado e impede que o mal se c ure, busc a c onstantemente, através de sua razão e de
sua lógic a, entender suas emoç ões. Também sente- se desc rente e sem energia.
D estrua a mágoa que está dentro de voc e, porque ela o sufoc ará e o mundo, na verdade, tem soluç ão.
T u berculose
- A tuberc ulose nada mais é que o peito dolorido por c ausa de preoc upaç ões. Signif ic a uma
mente que fic a preoc upada e aflita e ac aba ac umulando as angústias e tristezas no peito, fazendo c om que esta
parte do c orpo fique enfraquec ida.
I sso mostra o tamanho de sua fé.
A c redite mais na bondade e justiç a de Quem o c riou. É injusto voc e tentar resolver tudo sozinho e judiar de
sua mente e de seu c orpo só porque ac ha que pode resolver tudo apenas c om a sua inteligênc ia.
E s piritualize- se para o lado positivo e dilua dentro de voc e a falsa c renç a de que o homem nasc eu para
sofrer. Nós somos responsáveis, direta ou indiretamente, pelas c oisas que nos ac ontec em, porque somos livres para
opinar.
U se seu livre- arbítrio para c orrigir sua c onduta e não a dos outros.
B r onquite
- Oc orre em famílias extremistas, que mantém as emoç ões desequilibradas. Muitas vezes estão
todos em paz e quietos e, de repente, começam os berros e os c onflitos sérios.
Q uando a desarmonia é grande, os membros da família passam a ter problemas respiratórios.
T ra balhe seus pensamentos a favor de sua saude e da saude de seus familiares. Não queira c arregar a
bandeira da verdade. A humildade e a flexibilidade da personalidade ainda é, e sempre será, a soluç ão para todos os
problemas do mundo.
D oenç as nas c rianç as são ref lexos das "doenç as" psic ológic as dos seus pais ou protetores, o que quer dizer
que os c onflitos que os responsáveis pelas c rianç as c arregam é que fazem surgir nelas a somatizaç ão das doenç as.
É muito dif ic il fazer c om que os pais rec onheç am esse fato, pois eles ac abam ac hando que estão sendo
atac ados e que o problema é devido a algum fator c limátic o, genétic o, alimentar ou c ongênito. É mais fac il ac reditar
nisso porque assim a responsabilidade não pesa sobre os seus ombros!
A s vezes, ser c ét ic o é apenas uma questão de c omodismo e c onveniênc ia.
A d oenç a é uma ilusão: ela é apenas a manifestaç ão dos pensamentos e da c onduta de um ou mais
indivíduos. A c onduta negativa gera retorno negativo e a c onduta e pensamentos positivos geram retornos
positivos. Aprenda também a orar pelos seus antepassados e tenha mais sentimento de gratidão por eles.
O s elogios mútuos são importantes e, por isto, todos devem elogiar as c oisas boas que um f izer ao outro.
Agradeç a aos pais, agradeç a ao marido, ou à esposa e admita que ninguém está c em por c ento c erto: dividindo as
responsabilidades pelos erros fic a mais fac il resolver harmonic amente as pendênc ias.
ESTÔMAGO
S imboliza a forma c omo assimilamos a vida e c omo digerimos as idéias.
N a Bíblia está esc rito: "Não é o que entra pela boc a que c ontamina o homem, mas o que sai dela".
A s pessoas rec lamam da vida, resmungam o tempo todo, demonstram pessimismo, sempre dão seu "c ontra"
antes de ac eitar uma idéia, rec lamam dos vizinhos, dos filhos, do marido, da esposa, ac reditam no pior, etc ., são as
que provoc am fortes dores no estômago, c omo projeç ão de uma "indigestão" mental.
S e voc e tiver dúvidas quanto ao seu c omportamento, pergunte aos amigos, ou às pessoas da família, c omo
voc e é. Eles podem ajudá- lo a ver e a perc eber esses seus hábitos. No começo voc e teimará por dizer que é
mentira ou exagero das pessoas, mas depois perc eberá que aquilo que está ouvindo reflete exatamente a imagem
que os outros tem de voc e.
O medo de enc arar o presente e sem poder desabafar, devido ao seu orgulho, a hipersensibilidade que lhe
provoc a mágoas, pensamentos destrutivos que nunc a são eliminados da sua mente, tudo isso junto faz voc e ac har
que o mundo é perverso e sem desc anso.
V e j a c omo voc e se destac a dos demais pelo seu c et ismo e teimosia. T odos estão sempre lhe dizendo:
"Desc anse um pouc o". "Não passe nervoso". "Voc e prec isa se distrair um pouc o". E tantos outros c onselhos que lhe
massageiam o ego.
S aiba que, se voc e não quer abrir mão de alguns maus hábitos, mesmo que lhe c ausem problemas sérios, é
porque voc e nec essita da atenç ão de c ertas pessoas. Pois agindo c omo vítima, sua "muleta" será garantida por
alguém que voc e c hantageia c onstantemente. Isso mostra o quanto voc e deve c resc er e busc ar o
autoc onhec imento, para admitir essa verdade e polic iar- se.
P are de agir c omo c rianç a e sinta que para ser feliz é prec iso ser alegre e otimista nas opiniões, nas atitudes,
na fisionomia e em todos os setores de sua vida. Quando voc e c ompreender que, por trás de suas lamentaç ões, se
esc onde o desejo de "pedir" algo a alguém, então voc e mudará c ompletamente sua postura e assumirá seus
problemas c om sabedoria e em silênc io.
S e voc e está em c onf lito c om alguém próximo e isso lhe c ausa profunda mágoa ou raiva, ou se está sempre
tentando provar o c ontrário do que os seus adversários afirmam, saiba que voc e está nadando c ontra a c orrenteza
e c om c erteza perdendo seu prec ioso tempo. Deixe as c oisas fluirem naturalmente.
E x a ta m ente por voc e ser uma pessoa extremamente responsavel, c riativa, ef ic iente, c autelosa,
perfec c ionista e sensivel, é que ac aba entrando em atrito, às vezes sec retamente, c om pessoas que não pensam
como voc e.
A prenda a ser mais tolerante e c ompreensivo, pois nem sempre a sua verdade é a verdade dos outros. O que
voc e ac ha que é c erto, pode não ser c erto para outras pessoas, e o que lhe c ausa tristeza pode ser c onsiderado
por outras pessoas apenas exagero de sua parte. Saiba c ompreender o mundo alheio e tente, pelo menos, respeitar
as opiniões e desejos que são diferentes dos seus.
S eja f lexivel c om voc e mesmo e c om as idéias dos outros. Isso o ajudará a enc ontrar o equilíbrio emoc ional e
a velha modéstia, que tanto engrandec e os seres humanos.
A zia
- Azia é medo! Puro medo! Pergunte- se: medo de quê?
V amos tentar desc obrir. Voc e não estaria para tomar alguma dec isão muito importante? Voc e já tomou uma
dec isão e agora vai ter de assumir as prováveis c onsequênc ias? Ou voc e, por algum motivo, vai ter que deixar de
fazer aquilo que voc e mais gosta? Ou voc e está c om medo de, finalmente, ter que falar c om alguém e "abrir o
jogo"? Será que voc e não está prestes a ter de disc utir um assunto desagradavel c om determinada pessoa? Voc e
pode até estar c om medo de voltar a fazer aquilo de que não gosta, ou também pode ser que tenha nec essidade de
c umprir c ertas responsabilidades...
B em, seja c omo for, tente enc ontrar a resposta em seu interior, mas rec onheç a que voc e está. . . c om medo!
R e almente não é fac il admitir que se está c om medo, até porque ninguém gosta de sentir- se frac o ou sem
c oragem diante de uma situaç ão.
RINS
S ão o f iltro das emoç ões em relaç ão ao futuro.
A s pessoas que se sentem inseguras quanto ao futuro e temem naufragar nas passagens da vida entregamse
a pensamentos tensos provoc ando dores agudas nos rins.
S e voc e ac redita realmente nas "pedras do seu c aminho", c omo ref lexo dessa sua c renç a, c resc erão pedras
em seu rins.
O medo do futuro, retido em seu c oraç ão, reterá também a água do seu c orpo, que simboliza o f luxo da
energia vital.
A s c rític as que voc e faz são geradas por sua própria inseguranç a. Portanto, proc ure olhar os problemas c omo
forma de aprendizagem (desafios) e não c omo injustiç as c ontra voc e.
Q u ando ac hamos que alguém está nos prejudic ando, esquec emos que essa pessoa também pode estar se
defendendo ou se prec avendo de nós. Se roubarem as suas idéias ou c oisas materiais, isso foi devido ao fato de
seus pensamentos estarem em c onstante afliç ão e defesa e atrairem exatamente aquilo que voc e temia, mesmo
quando voc e estava aparentemente tranquilo, pois o que vale é a sua c renç a sec reta.
E n q uanto voc e est iver se defendendo mentalmente c ontra esse t ipo de medo, os fatos c ont inuarão a
ac ontec er, c omo se voc e fosse perseguido pelo azar.
D e strua as expec tat ivas que voc e c riou sobre algumas pessoas e sobre a vida. Pare de esperar que os
outros o entendam e deixe de viver limitaç ões. Vá em frente c om sua garra e não se preoc upe se será ou não
amado. Quanto mais voc e esperar rec onhec imento, mais sofrerá dec epç ões e mágoas, pois ninguém é obrigado a
rec onhec er os valores que voc e pessoalmente ac redita serem bons.
PÂNCREAS
Q u a ndo uma pessoa passa a sent ir a vida triste e sem doç ura, perde lentamente as duas funç ões do
pânc reas. Não c onsegue eliminar a "ac idez" dos sentimentos e não c onsegue mais manter os seus pensamentos
"doc es".
A panc reat ite simboliza a perda da "doç ura" da vida e indic a que a pessoa está, c onstantemente frustrada,
imaginando que jamais c onseguirá realizar o que sonhou, porque ac redita que não há "gosto" em c ontinuar tentando
e que a vida sempre dific ulta seus desejos.
D iabetes
- O ac úmulo de muitos golpes c ontínuos, c omo amor perdido, frustraç ões f inanc eiras, traiç ões, faz
c om que a pessoa se apegue àquilo que já passou porque, inc onsc ientemente, não c onsegue se ac ostumar à
realidade das perdas. Assim a pessoa arrasta uma profunda mágoa pelo que fic ou no passado e sente que o "doc e"
da vida ac abou. A partir de então, passa a temer o futuro porque sabe que o "gosto" dele pode ser amargo e a
inseguranç a predomina em seu c oraç ão.
Q uando voc e c ompreender que c riamos nosso próprio dest ino, perc eberá que ac ontec eram tantas c oisas só
porque voc e não aprendeu a c ontrolar seus pensamentos.
T u do o que voc e já viveu foi apenas para ensiná- lo que, mesmo c om problemas, poderemos ac har a vida
"doc e", pois quem dá mais sabor a ela somos nós mesmos.
H ipoglicemia
- Se as pessoas que c onvivem c om voc e desrespeitarem seu direito de pensar, c ompreenda
que c aberá a voc e se impor, c om sabedoria e sem atritos.
Q uem quer dominar o mundo, sac rif ic ando a liberdade alheia, não c onhec e os princ ípios humanos; portanto
c ontornar a situaç ão sem anulaç ões e sem desarmonia passa a ser dever dos que sabem fazê- lo. É muito
importante demonstrar às pessoas quando elas estão nos sufoc ando, pois isso ajudará a dar c ontinuidade aos
relac ionamentos e, ac ima de tudo, ajudará c ada um a se enxergar, melhorando o autoc onhec imento.
A c alme- se! Se voc e está assim é porque é uma pessoa sensivel e boa. Jamais voc e enc ontrará alguém de má
índole c om hipoglic emia, pois quem é ruim não se anula em c irc unstânc ia alguma. Seja bom, mas não se anule! Use
a sabedoria e o perdão.
FÍGADO
P e ssoas que analisam a vida de forma rebelde porque tem registros de mágoa em seu passado, alimentam
raiva c onstante e não ac eitam determinadas ajudas, c ontrariam a verdadeira funç ão do fígado.
A rejeiç ão do amor, a ira dominante, o nervosismo expresso c om c rise de raiva, as c rític as rígidas e c rônic as,
a atribuiç ão dos sofrimentos pessoais às falhas dos outros e a não ac eitaç ão da nec essidade de mudanç as,
repelindo furiosamente os revoluc ionários, são motivos de sérias lesões no fígado que, c onforme a sua natureza,
tenta proc essar tudo c om organizaç ão e humildade.
A s mágoas fazem parte de nosso ego e ele, às vezes, é o maior inimigo do homem, pois o limita no proc esso
de busc a da felic idade. O ego tem a tendênc ia de nos fazer ac reditar que a verdade é somente a nossa e que
somente a nossa inteligênc ia pode resolver as situaç ões c omplic adas.
A lcoolismo
- O alc oolismo não é tão dif ic il de c urar. O dif ic il é fazer c om que as pessoas entendam do que o
alc oólatra prec isa.
N ão se sabe quem é mais teimoso: quem bebe ou quem implora ao alc oólatra que pare de beber.
A falta de "amadurec imento" em algumas áreas do c érebro de um adulto faz c om que ele enc are a vida de
forma distorc ida. A dific uldade, que para alguns são simples de resolver, para essas pessoas tornam- se
c omplic adas, princ ipalmente se elas tiveram uma educ aç ão que lhes exigia c omportamento exemplar e pela qual era
impossivel expressar sua própria vontade. Muitos pais, e até mesmo familiares, ensinam aos meninos que "homem
não c hora", ignorando que estão c riando bloqueios na mente dessas c rianç as.
H á pessoas que, quando bebem, dizem c oisas sem nexo: são os bêbados briguentos, os sent imentais, etc . O
que ac ontec e c om eles é que os sentimentos reprimidos no dia- a- dia "explodem" quando a c onsc iênc ia deixa de
c ensurá- los, porque o rec eptor c erebral fic ou entorpec ido pelo alc ool.
O bêbado sentimental é aquele que tem ac umulado dentro de si motivos para c horar, mas que reprime essa
vontade pela autoc ensura "que c onsidera vergonhoso ou feio c horar". Deixando de se reprimir, extravasa seus
sentimentos e... c hora.
O bêbado briguento é aquele que vive sempre c om muita raiva mas não a expressa, pois ac redita que um
c avalheiro que se preza não fic a zangado e nem grita à toa. Por isso, reprime o sentimento de raiva e finge
serenidade mas, na realidade, está "fervendo" por dentro. Em c ertas oc asiões pensa em pegar objetos e atirá- los,
porém, ac ha que tal proc edimento é muito vergonhoso para um c idadão c ivilizado e c ontém-se reprimindo essa
vontade. Mas tais sentimentos fic am apenas c onfinados, não desaparec em.
P o rtanto, quando se ingere bebida alc oólic a, oc orre a inibiç ão da auto- c ensura e o individuo passa a dizer
c oisa sem sentido, a jogar objetos, a implic ar c om as pessoas que o c erc am por motivos fúteis e a resmungar
bobagens. T al c omportamento não é o resultado da bebida em si, mas dos sentimentos nutridos e ac umulados na
mente da própria pessoa, os quais são liberados em c onsequênc ia do entorpec imento do c érebro.
P o r mais que se tente fazer alguém largar o álc ool ou o fumo, tais esforç os serão em vão enquanto as
atitudes mentais e o modo de vida da própria pessoa não forem c orrigidos.
Q u a nto mais voc e falar positivamente, mais ela sentirá seguranç a e equilíbrio. Ao c ontrário, se voc e
resmungar, c ritic ar, c obrar, c horar e implorar, aumentará seu sentimento de c ulpa e ela rec orrerá à bebida para
fugir das angústias e c omplexos que ela mesma c riou. Essas pessoas assemelham- se às ostras que, ao primeiro sinal
de perigo, rec olhem- se para dentro de si mesmas.
D e ixe- o beber em c asa, sem c ulpas e sem se preoc upar, porque a bebida perderá um pouc o o valor. Voc e
sabe: tudo que é proibido é mais gostoso!
É m uito importante sua atenç ão c arinhosa. Desvie, sempre que puder, o assunto sobre bebida, falando
somente sobre fatos agradáveis. Seja forte e venç a seus medos ou traumas sobre esse assunto. Abstenha- se de
c omentários arrogantes ou pejorativos quando seu ente querido ou amigo c hegar alc oolizado ou mesmo quando ele
for pegar alguma bebida. Fale naturalmente e c ontinue agindo c omo antes de ele beber.
O amor e as palavras de elogio que rec eber alterarão seu "programa" mental negat ivo, tornando- se uma
pessoa segura, livre e c onsc iente da vontade de venc er.
O s que c onvivem c om pessoas alc oólatras devem, antes de mais nada, c urar- se de seus medos, orgulho
ferido e até da sua posiç ão de vítima porque senão o vic iado c ontinuará bebendo enquanto ouvir c obranç as e
lamúrias. Salve essa pessoa para que ela possa desc obrir toda a c apac idade que existe nela mesma.
CÂNCER
O c orpo está assoc iado a pessoas ínt imas - família e parentes.
T odos os tumores que se formam no c orpo (sarc oma, c ânc er, quisto, etc .) são c onc retizaç ões de "tumores
mentais" formados por c onflitos entre pessoas da família.
Q u a ndo uma pessoa arrasta uma mágoa por muito tempo em seu c oraç ão, seu universo c omeç a a se
desarmonizar c ausando distúrbios c elulares.
R essent imentos ant igos, guardados em segredos e originados pelo medo de perder alguém ou por ac har que
perdeu o únic o amor de sua vida, fazem c onc retizar um c ânc er no órgão relac ionado ao fato.
O c ânc er, na verdade, é "fabric ado" pela mente humana por razões profundas que só o seu inc onsc iente
c onhec e. É uma forma de imobilizar pessoas para seu lado, de punir alguém que o feriu profundamente, mesmo à
c usta de sua própria vida, ou de autopuniç ão por nunc a ter agido c omo deveria naquelas situaç ões amargas.
A doenç a não desaparec erá enquanto o doente est iver "retendo" em seu c oraç ão mágoa e desarmonia por
uma ou mais pessoas.
E m primeiro lugar, o portador da doenç a prec isa c ompreender que não deve c onstruir um c astelo e viver só
desse sonho, porque assim um dia, depois de derrubado o c astelo, sua vida perderá a razão de ser.
D e v emos amar, dedic ar- nos e respeitar, mas também, ac eitar as mudanç as que o mundo traz. Perdoe,
profundamente, aquele que o feriu. Se voc e já esquec eu quem o agrediu, reflita c almamente que tudo virá à sua
mente de forma nítida, pois c asos assim são sempre evidentes.
L iberte todo o seu passado e c onstrua c oisas novas para o futuro.
A me- se c om todo o c arinho e dec ida ser feliz em outro território, ou proc ure rec onquistar o relac ionamento
perdido por meios sábios e não através dessa doenç a que não resolverá nada. T ente entender as razões da outra
pessoa e ac eite que, num relac ionamento, ninguém está c erto c em por c ento.
P erdoe seus pais, todos os parentes e, princ ipalmente, seu c ônjuge que também é uma vít ima da ausênc ia de
diálogo. Seja o que for, tudo pode ser esquec ido ou modific ado. Ac redite na felic idade e seja dono de sua própria
vida. Sinta- se livre para recomeçar e saiba que nenhuma doenç a é inc uravel.
M u itas pessoas se c uram quando rec onhec em, humildemente, seus erros ou ac eitam os erros dos outros,
proc urando entender, sem ressentimentos.
S e a doenç a ainda não desaparec eu, é porque seu subc onsc iente c ont inua guardando lembranç as negat ivas.
Mantenha uma c onduta alegre e positiva, a todo instante, e dec ida se c urar para recomeçar. Enxergue essa
postura de vítima que voc e c arrega e mude seus objetivos c onstruindo sua independênc ia. Faç a planos e c onfie na
provisão da Natureza que só poderá ajudá- lo se voc e desistir de querer que tudo seja à sua maneira. Liberte- se até
de suas próprias c obranç as orgulhosas.
FIM